Miguel Nicolelis apresenta projeto “Andar de novo” ao ex-presidente Lula

O neurocientista Miguel Nicolelis se encontrou hoje com o ex-presidente Lula e apresentou seu projeto “Andar de novo”, que pretende de construir uma veste robótica capaz de permitir que pessoas que perderam os movimentos das pernas possam voltar a andar. A ideia é apresentar essa veste na abertura da Copa do Mundo de 2014, que acontecerá no Brasil. Na fase atual do projeto, ele tenta viabilizar a construção do equipamento no país o mais rápido possível já que precisa de em torno de um ano para trabalhar com quatro ou cinco pacientes para que eles se adaptem a ele.
Além disso, Nicolelis trabalha no Instituto Internacional de Neurociências de Natal, onde se dedica sobretudo a criar o interesse de cerca de mil crianças pela ciência. Ele considera importante fazer as crianças gostarem de ciência desde cedo: “Potencial humano nós temos, o que falta é um aeroporto para elas decolarem. Se a gente pega os meninos de três, quatro, cinco anos, eles crescem interessados na ciência”. O neurocientista considera ainda que o problema da ciência brasileira é que ela não penetrou em toda a sociedade, ficando restrita a uma parcela muito pequena da população. “Temos que formar 3 ou 4 vezes mais cientistas no Brasil”, defende ele.

Instituto Lula deseja sucesso a Nkosazana Dlamini-Zuma, nova presidenta da União Africana

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A ministra do Interior da África do Sul Nkosazana Dlamini-Zuma foi eleita a primeira mulher presidente da Comissão da União Africana neste domingo, 15 de julho. Ministra desde 1994, quando Nelson Mandela assumiu a presidência da África do Sul, Dlamini-Zuma já passou pelas pastas da Saúde e das Relações Exteriores, é também ex-mulher do atual presidente sul-africano, Jacob Zuma. Dlamini-Zuma disputava a eleição contra o atual presidente da União Africana, Jean Ping, do Gabão.

“O Instituto Lula parabeniza a nova presidenta da União Africana e deseja a ela muito sucesso em sua gestão. Estamos confiantes que trabalharemos juntos para estreitar ainda mais as relações entre África e Brasil”, disse Celso Marcondes, coordenador executivo para África do Instituto Lula.

A eleição de Nkosazana Dlamini-Zuma foi muito disputada e começou em janeiro deste ano, durante a 18ª Conferência da União Africana. Naquela ocasião, nenhum dos dois candidatos atingiu a maioria de dois terços após quatro rodadas de votos. Como solução, o então presidente Jean Ping teve seu mandato extendido em seis meses e a eleição ficou para o encontro deste domingo, dia 15, durante a 19ª Conferência. Novamente, foram necessárias quatro rodadas de votação. Nkosazana Dlamini-Zuma venceu todas, mas não havia atingido a maioria necessária. Foi então que seu adversário, Jean Ping, desistiu e abriu caminho para a eleição de Dlamini-Zuma. Ambas as conferências aconteceram em Adis Abeba, capital da Etiópia e sede da União Africana. O Instituto Lula esteve presente nas duas ocasiões. Em janeiro, com Celso Marcondes, e em julho, com Clara Ant, diretora do Instituto.

Analistas consideram que a eleição de Nkosazana Dlamini-Zuma quebra duas tradições não escritas. A primeira, de que as potências continentais não entravam na disputa e a segunda, de que os presidentes eram sempre reeleitos para o mandato seguinte.

Lula participa de entrega de UPA 24 horas em São Bernardo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta quinta-feira (5) da inauguração da oitava UPA 24 horas na cidade de São Bernardo do Campo, a unidade Alves Dias. A cerimônia contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff, dos ministros Miriam Belchior (Planejamento) e Alexandre Padilha (Saúde), do atual prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, além de deputados federais e estaduais.

Durante o evento, a presidenta destacou o Sistema Único de Saúde (SUS), que faz do Brasil um dos poucos países grandes do mundo a se comprometer com saúde pública para toda a população.

Em transmissão simultânea via NBR, foram inauguradas outras duas UPAs na mesma solenidade, a de Porto Seguro (BA) e a de Recanto das Emas (DF).

Instituto Lula apresenta projeto do Memorial da Democracia na Fiesp

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O Instituto Lula fez na manhã desta terça-feira (26), uma reunião de apresentação do projeto do Memorial da Democracia para conselheiros do Instituto e convidados de diferentes segmentos sociais e regiões do país, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O objetivo do evento foi o de apresentar uma primeira versão do projeto do memorial e ouvir uma diversidade de opiniões sobre ele e questões que possam ser incluídas. Além dos conselheiros do Instituto, a plateia foi formada por intelectuais, artistas, representantes de movimentos sociais, arquitetos e pesquisadores convidados que deram contribuições para o desenvolvimento do projeto.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acompanhou a reunião. Em sua fala, o ex-presidente Lula disse que a democracia, durante muito tempo, não contemplou o povo e foi somente um arranjo institucional da elite. Ele disse ainda que durante seu governo 76 conferências nacionais foram realizadas, e a sociedade sempre se mostrou ávida por participação.

A reunião foi aberta pelo presidente da Fiesp, Paulo Skaf. Falaram Paulo Vannuchi, diretor do Instituto Lula responsável pelo Memorial da Democracia, a historiadora Heloísa Starling, o designer Gringo Cardia e o arquiteto Marcelo Ferraz. Após a apresentação, a plateia fez sugestões e comentários ao projeto.

Lula assiste a oficialização de aliança entre PT e PC do B em São Paulo

Aside

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assistiu ao anúncio oficial do apoio do PC do B ao PT nas eleições municipais da capital paulista. O anúncio aconteceu na tarde desta segunda-feira (25), na sede do PC do B em São Paulo, no bairro da República. Lula falou durante o evento e disse que o pré-candidato petista Fernando Haddad pode confiar na lealdade do PC do B.

Na saída, Lula encontrou um grupo de manifestantes paraguaios, apoiadores do presidente destituído Fernando Lugo. Perguntado por jornalistas, Lula disse que “é preciso aguardar a posição do Mercosul e da Unasul”, mas destacou também que nunca viu um processo de impeachment levar 24 horas.