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Dilma e Hollande abrem Fórum pelo progresso social em Paris

11/12/2012 14:50

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

O presidente francês François Hollande e a presidenta Dilma Rousseff abriram nesta terça-feira (11) a conferência internacional “Fórum pelo progresso social. O crescimento como saída para a crise”, em Paris. Uma iniciativa conjunta do Instituto Lula e da Fundação Jean Jaurès, da França, o fórum reúne personalidades de destaque internacional – economistas, representantes de entidades internacionais, sindicalistas e políticos que debatem em busca de saídas para a crise internacional que preservem o emprego e incentivem o desenvolvimento, especialmente dos países mais pobres.

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Entre os convidados do fórum estão Nicholas Stern, professor da London School of Economics, Kemal Dervis, vice-presidente da Brookings Institution e Wellington Chibebe, secretário-geral adjunto da Confederação Internacional de Sindicatos, autores dos relatórios que irão introduzir as três mesas-redondas que compõem o Fórum. Os ministros brasileiro e francês da Economia e das Finanças, Guido Mantega e Pierre Moscovici, discutirão os embates da globalização e Lionel Jospin e Luiz Inácio Lula da Silva vão expor, concluindo o evento, suas reflexões para o futuro.

Já na abertura, o presidente francês foi enfático na necessidade de defesa do emprego e do desenvolvimento e defendeu que a ONU, além de um Conselho de Segurança, tenha também um Conselho de Segurança Econômica e Social e um Conselho para garantir a estabilidade mundial, no que foi acompanhado por Dilma Rousseff. Os dois presidentes concordaram que a saída para a crise passa pelo compromisso com a criação de empregos, com a justiça social e com o meio-ambiente. Dilma Rousseff defendeu ainda que a Europa necessita de uma efetiva união bancária. "Um verdadeiro Banco Central Europeu, com poderes para defender o euro, emitir títulos e que seja um emprestador de última instância". A presidenta disse que tanto a manutenção do euro como a saída da Europa desta crise são cruciais para o Brasil.