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Educação deve ser tratada como investimento, não como gasto

13/12/2016 15:59

Foto: Sérgio Amaral/MDS

O Senado Federal votou nesta terça-feira (13), em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que estabelece um teto de despesas para o governo federal e congela os gastos com saúde, educação e assistência social pelos próximos 20 anos.

Enquanto o governo neste momento limita os recursos para a educação, nos governos Lula e Dilma Rousseff, a educação passou a ser ferramenta de combate às desigualdades e motor do desenvolvimento. O que antes era gasto tornou-se investimento. Um investimento no futuro do Brasil e dos brasileiros.

Em entrevista à DW Brasil, a ex-diretora global de Educação do Banco Mundial, Claudia Costin, afirma que a PEC do teto dos gastos trará danos graves à educação e será um desastre para as novas gerações. "O impacto direto é condenar o Brasil a uma baixa qualidade da educação das crianças por um período de 20 anos", diz Cláudia. Para ela, os gastos com a formação dos professores para aumentar a produtividade de novos trabalhadores são imprescindíveis.  

"Nenhum sistema educacional é melhor que a qualidade de seus professores. Melhorar o salário do professor é uma das medidas mais importantes para aumentar a atratividade da licenciatura, para aqueles jovens que ainda vão escolher que profissão seguir", diz.

Prioridade número 1 dos governos Lula e Dilma, nos últimos 13 anos a educação brasileira deu um salto de qualidade e começou a construir um caminho de oportunidades e de futuro para todos. O orçamento cresceu fortemente: de R$ 18 bilhões em 2002 para R$ 115,7 bilhões em 2014. O aumento real foi de 218%. No total, foram 422 escolas técnicas criadas (contra 140 de todos os outros presidentes juntos), 18 novas universidades federais e um aumento de 100% do acesso ao ensino superior, beneficiando mais de 7,1 milhões de estudantes.

Para conhecer as políticas públicas de Educação dos governos Lula, visite o site O Brasil da Mudança .