<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Instituto Lula</title>
	<atom:link href="http://www.institutolula.org/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.institutolula.org</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 19 Jun 2013 15:12:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Nota de Lula sobre os protestos</title>
		<link>http://www.institutolula.org/nota-de-lula-sobre-os-protestos/</link>
		<comments>http://www.institutolula.org/nota-de-lula-sobre-os-protestos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 14:58:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icidadaniaadmin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutolula.org/?p=3579</guid>
		<description><![CDATA[Nota publicada nesta segunda-feira (18), às 18h07, no Facebook de Lula: Ninguém em sã consciência pode ser contra manifestações da sociedade civil porque a democracia não é um pacto de silêncio, mas sim a sociedade em movimentação em busca de &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/nota-de-lula-sobre-os-protestos/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nota publicada nesta segunda-feira (18), às 18h07, no Facebook de Lula: </p>
<p>Ninguém em sã consciência pode ser contra manifestações da sociedade civil porque a democracia não é um pacto de silêncio, mas sim a sociedade em movimentação em busca de novas conquistas.</p>
<p>Não existe problema que não tenha solução. A única certeza é que o movimento social e as reivindicações não são coisa de polícia, mas sim de mesa de negociação.</p>
<p>Estou seguro, se bem conheço o prefeito Fernando Haddad, que ele é um homem de negociação. Tenho certeza que dentre os manifestantes, a maioria tem disposição de ajudar a construir uma solução para o transporte urbano.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutolula.org/nota-de-lula-sobre-os-protestos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil pode ajudar a erradicar a fome na África, afirma especialista do Programa Mundial de Alimentos da ONU</title>
		<link>http://www.institutolula.org/brasil-pode-ajudar-a-erradicar-a-fome-na-africa-afirma-especialista-do-programa-mundial-de-alimentacao-da-onu/</link>
		<comments>http://www.institutolula.org/brasil-pode-ajudar-a-erradicar-a-fome-na-africa-afirma-especialista-do-programa-mundial-de-alimentacao-da-onu/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 13:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julianabor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutolula.org/?p=3575</guid>
		<description><![CDATA[Nos últimos anos, as políticas sociais implementadas pelo governo brasileiro vem chamando a atenção de governos de muitos países em desenvolvimento, sobretudo da África e América Latina. Com objetivo de ser um espaço de intercâmbio das experiências brasileiras com outros &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/brasil-pode-ajudar-a-erradicar-a-fome-na-africa-afirma-especialista-do-programa-mundial-de-alimentacao-da-onu/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, as políticas sociais implementadas pelo governo brasileiro vem chamando a atenção de governos de muitos países em desenvolvimento, sobretudo da África e América Latina.</p>
<p>Com objetivo de ser um espaço de intercâmbio das experiências brasileiras com outros países em desenvolvimento, o governo brasileiro, em parceria com o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) criaram, no final de 2001 o Centro de Excelência Contra a Fome. Instalado em Brasília, o centro recebe delegações internacionais interessadas em conhecer as políticas sociais do Brasil para implantá-las em seus países e desenvolve projetos de cooperação técnica. Trata-se de um modelo de atuação bem diferente do PMA, que doa alimentos e recursos para regiões em situação de crise humanitária.</p>
<p>O Instituto Lula entrevistou Daniel Balaban, diretor do centro. Ele traçou um panorama do papel do Brasil na cooperação Sul-Sul, falou sobre os programas de cooperação técnica brasileiros já em andamento nos países africanos e refletiu sobre os principais desafios que existem para erradicar a fome no mundo.</p>
<p>Leia, abaixo, a entrevista.</p>
<p><strong>O que é o Programa Mundial e Alimentos e o Centro de Excelência contra a fome?<br />
</strong>O Programa Mundial de Alimentos (PMA) é a maior agência humanitária da Organização das Nações Unidas, com atendimento de cerca de 60 milhões de pessoas. Está presente em mais de 60 países onde existem conflitos armados, desastres naturais ou pessoas passando fome.</p>
<p>Já o Centro de Excelência Contra a Fome aqui no Brasil é uma parceria entre o PMA e o governo brasileiro. Foi criado para apoiar outros países do mundo a criarem condições de desenvolverem programas de combate à fome e à pobreza baseados na experiência brasileira adquirida nos últimos anos, como o o Programa de Merenda Escolar, o Bolsa Família e o Programa de Aquisição de Alimentos.</p>
<p><strong>Em 2012, o Brasil doou 82 milhões de dólares ao Programa Alimentar de Alimentos. O país está entre os maiores colaboradores do PMA?</strong><br />
Atualmente, o maior contribuidor são os Estados Unidos, mas o Brasil está entre os dez países do mundo que mais colaboram com a agência. Essa contribuição é feita por meio da doação de alimentos, recursos financeiros e cooperação técnica institucional. No caso do Centro de Excelência Contra a Fome, trata-se de uma contribuição técnica. Nós usamos todo o conhecimento brasileiro pra poder ajudar os demais países a criarem programas sustentáveis de combate à fome e à pobreza.</p>
<p><strong>Como funciona essa cooperação técnica?<br />
</strong>Os países interessados em receber essa cooperação do Brasil nos enviam um comunicado através do PMA ou da Agência Brasileira de Cooperação. A partir daí, trabalhamos num termo de referência, em que o país interessado na cooperação coloca no papel quais são as áreas que ele gostaria de fortalecer em seu país e qual o tipo de apoio técnico que ele necessita do governo brasileiro e do Programa Mundial de Alimentos. Baseado nesse termo de referência, organizamos uma agenda e recebemos uma comitiva de alto nível, composta por ministros, vice-ministros, secretários de Estado e outros profissionais que tenham poder de decisão em seus países. Eles vêm ao Brasil e ficam conosco durante cerca de duas semanas. Na primeira semana, realizamos encontros com técnicos do governo brasileiro de diferentes áreas, como Ministério da Educação, da Agricultura, do Desenvolvimento Social e também empresas como a Conab e a Embrapa para que a delegação entenda como funcionam os programas brasileiros de combate à fome e à pobreza. Essas visitas são extremamente importante para que as delegações compreendam que, no Brasil, os programas sociais dependem de uma ação conjunta de vários ministérios. <strong></strong></p>
<p>Depois dos encontros, organizamos missões ao campo para que a comitiva veja, <em>in loco</em>, como funciona o que eles aprenderam na teoria. Nessas viagens, os especialistas conversam com agricultores familiares, diretores de escolas, prefeitos, membros da comunidade civil que participam dos programas e com beneficiários do Bolsa Família. O interessante é que a comitiva tem oportunidade de ouvir, da boca de quem está se beneficiando e implantando os programas, como as coisas funcionam. E eles nem sempre ouvem só elogios.</p>
<p>Após as visitas de campo, trabalhamos juntos num plano de ação. De volta aos seus países, essa comitiva discute com governos e sociedade civil o que eles viram no Brasil. Quando o debate está suficientemente maduro, fazemos o percurso contrário: organizamos uma missão de técnicos brasileiros para o país interessado, em que o plano de ação é discutido com ministérios, secretarias e com a sociedade civil. E, então, ao final dessas discussões, o governo já tem apoio e envolvimento da sociedade civil para aprovar e implantar as políticas.</p>
<p><strong>Já existem projetos em fase de execução ou que já foram implantados? Quais são e em que países?</strong><br />
Moçambique, pela primeira vez, criou e aprovou um programa nacional de alimentação escolar desenvolvido pelo Governo e que está começando a ser colocado em ação. Nós estamos muito satisfeitos, pois o Centro de Excelência Contra a Fome ajudou na concepção.</p>
<p>Em Ruanda, já fizemos reuniões de trabalho lá, discutimos com o governo e agora eles estão em fase final de adaptação dos programas. Na Guiné, o trabalho também já está em fase final. Agora estamos preparando workshops no Níger e também no Malauí.</p>
<p>Levando em conta que o Centro de Excelência contra a Fome está trabalhando apenas há um ano e meio, são resultados bem animadores. Desde que começamos nossas atividades, em dezembro de 2011, já recebemos comitivas de 22 países. E não são apenas países de baixo desenvolvimento, mas também alguns de renda média, como Filipinas e México. A Rússia também já está programada pra vir. Ou seja: as nações em desenvolvimento também estão querendo entender como o Brasil desenvolveu suas políticas de combate à fome e à pobreza nos últimos anos.</p>
<p><strong>Durante muitas décadas, o Brasil foi recebedor de cooperação internacional. Nos últimos anos, nos tornamos também um grande doador internacional, com a prioridade nas relações Sul-Sul. Por que essa mudança e o que se espera nos próximos anos?<br />
</strong>É interessante esse processo. Até pouco tempo atrás, recebíamos ajuda internacional do Banco Mundial e do FMI e também das agências internacionais e hoje nós estamos cooperando com eles. Essa cooperação internacional é feita por todos os grandes países desenvolvidos do mundo.</p>
<p>O Brasil começa a ser cada vez mais respeitado no cenário internacional por aquilo que ele pode ajudar, por tentar criar condições para que nações mais pobres não dependam, no futuro, da ajuda externa. Não adianta apenas exigirmos uma posição de respeito no cenário internacional se nós não mostrarmos que estamos aptos e prontos a ajudar quem precisa.</p>
<p>Hoje, o Brasil também ajuda com alimentos, porque existem países que, infelizmente, ainda precisam de doação de comida e a fome não pode esperar. Porém, junto com a doação de alimentos, estamos também doando capacitação, de forma que os países criem suas próprias capacidades e possam desenvolver suas estruturas internas para que não dependam mais da doação. O Centro de Excelência Contra a Fome tem exatamente esse papel.</p>
<p><strong>Por que a chamada cooperação Sul-Sul é importante?</strong><br />
Porque é  uma cooperação de igual pra igual. Não temos nenhum tipo de condicionalidade. Quando apoiamos um país, a única condição que pedimos em troca é o comprometimento político. Nós não pedimos que eles sigam as nossas normas e tampouco temos receitas prontas. Estamos aqui para apoiar os países que precisam de cooperação, mas quem vai criar o futuro de suas nações são eles próprios. E, dentro desse tipo de cooperação mais horizontal, o Brasil é um dos maiores expoentes. Sabemos como receber comitivas internacionais, como respeitar essas pessoas, os seus pensamentos, as suas vontades e ajudá-los naquilo que eles acreditam ser importante ao seu próprio futuro.</p>
<p><strong>Hoje, o mundo produz alimentos suficientes para alimentar toda a humanidade. Entretanto, existem quase 1 bilhão de pessoas passando fome – 239 milhões na África. Recentemente, você declarou que estamos perdendo o jogo no combate à insegurança alimentar mundial. Por quê?<br />
</strong>Acho que os países ricos mundo e as agências internacionais se preocuparam muito em levar soluções prontas aos países necessitados. Ou seja, alimentar as pessoas, entregar-lhes comida. Há relativamente pouca preocupação em criar as bases do desenvolvimento. Não adianta chegar a um país em que a população tem fome e apenas doar alimentos. As pessoas vão receber a comida, saciar a fome e amanhã estarão com fome de novo. Porque ninguém ensinou a elas como produzir seu próprio alimento, como não depender mais de ajuda externa.</p>
<p>Acho que é essa mudança de paradigma que os países africanos estão querendo. Recebo muitas comitivas de países africanos, ministros de Estado, até mesmo presidentes e eles estão percebendo que pouco adianta receber o recurso financeiro sem desenvolver a capacidade estrutural para implantar políticas socais efetivas e duradouras.</p>
<p>Os países africanos estão sedentos por cooperação técnica, por entender como funcionam nossas políticas sociais, por aprender como fazer com que eles não precisem mais depender de ajuda externa. Até as décadas de 1960 e 1970, os países africanos eram exportadores de alimentos. Hoje, eles não conseguem produzir a comida de que necessitam.</p>
<p><strong>Quais são as regiões do mundo atualmente mais vulneráveis na questão da segurança alimentar?<br />
</strong>O continente com mais pessoas passando fome é o asiático, sobretudo em parte da China, Índia e Bangladesh, onde existe há uma alta concentração populacional.</p>
<p>O segundo é a região conhecida como Chifre da África, onde estão a Somália, a Etiópia, o Djibouti e a Eritreia. Lá, principalmente devido aos conflitos armados, 12 milhões de pessoas vivem uma situação de insegurança alimentar. Ainda na África, a região do Sael, uma extensa área abaixo do deserto do Saara, existem 19 milhões de pessoas passando fome, sobretudo devido aos efeitos da seca.</p>
<p>A situação ainda é preocupante em algumas regiões da América Latina e Caribe, sobretudo no Haiti. Porém, nos últimos anos, a América Latina vem fazendo grandes progressos na questão do combate à fome.</p>
<p><strong>O Instituto Lula, a FAO e a União Africana estão organizando um encontro de alto nível com chefes de estados e especialistas africanos e internacionais para discutir novas abordagens para erradicar a fome no continente africano. Como o Brasil pode colaborar para combater a insegurança alimentar na África?</strong></p>
<p>Um evento como esse é extremamente importante. Existem, hoje, na África, governos comprometidos, organizações atuantes e muito dinheiro de doadores internacionais. Mas falta coordenação, falta que todos os agentes discutam, de maneira integrada, quais são os melhores caminhos pra desenvolver essas políticas nos países africanos. E um dos fatores preponderantes é entender que não existe receita pronta, que é preciso respeitar as regras, a cultura e economia de cada país.</p>
<p>Acho que os países da África estão num momento político muito propício para investir em programas sociais, em agricultura de qualidade, em ações de combate à fome e à pobreza. E nada melhor do que mostrar uma experiência do que aconteceu no Brasil nos últimos anos, no qual 40 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza.</p>
<p>Acho que ninguém melhor do que o Brasil, via Instituto Lula, para tomar  a liderança desse processo, para reunir União Africana, a FAO, o Programa Mundial de Alimentos e todas as outras organizações internacionais para que se encontrem saídas democráticas que garantam que os países africanos finalmente consigam combater a fome e a pobreza de maneira efetiva e duradoura.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutolula.org/brasil-pode-ajudar-a-erradicar-a-fome-na-africa-afirma-especialista-do-programa-mundial-de-alimentacao-da-onu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Acesse o site do encontro de alto nível sobre erradicação da fome na África</title>
		<link>http://www.institutolula.org/acesse-o-site-do-encontro-de-alto-nivel-sobre-erradicacao-da-fome-na-africa/</link>
		<comments>http://www.institutolula.org/acesse-o-site-do-encontro-de-alto-nivel-sobre-erradicacao-da-fome-na-africa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 17:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julianabor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[encontro de alto nível]]></category>
		<category><![CDATA[FAO]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[União Africana]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutolula.org/?p=3566</guid>
		<description><![CDATA[O comitê organizador do encontro de alto nível “Novas abordagens unificadas para erradicar a fome na África” lançou hoje (14) o site oficial do evento. Clique aqui para acessar o site Publicado em inglês, o endereço é a principal plataforma &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/acesse-o-site-do-encontro-de-alto-nivel-sobre-erradicacao-da-fome-na-africa/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comitê organizador do encontro de alto nível “Novas abordagens unificadas para erradicar a fome na África” lançou hoje (14) o site oficial do evento.</p>
<p><a href="http://pages.au.int/endhunger" target="_blank">Clique aqui para acessar o site</a></p>
<p>Publicado em inglês, o endereço é a principal plataforma de comunicação dos organizadores do encontro e reúne informações sobre o encontro de alto nível, agenda de atividades, documentos oficiais e notícias relacionadas.</p>
<p>O endereço também terá a transmissão ao vivo do encontro, que acontece nos dias 30/6 e 1/7 em Adis Abeba, Etiópia. Após a realização do encontro, o site continuará no ar e será abastecido com informações sobre o avanço dos programas de combate à fome no continente africano.</p>
<p>Organizado pela Comissão da União Africana (AUC), a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e o Instituto Lula, o encontro reunirá chefes de estado, acadêmicos e representantes de organizações sociais e organismos multilaterais para debater novas abordagens para acabar com a fome na África.</p>
<p>Leia mais sobre o encontro de alto nível: <a href="http://www.institutolula.org/uniao-africana-fao-e-instituto-lula-somam-esforcos-para-combater-a-fome-na-africa-2/#.UbtVxfb72tc">União Africana, FAO e Instituto Lula somam esforços para combater a fome na África</a></p>
<h1></h1>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutolula.org/acesse-o-site-do-encontro-de-alto-nivel-sobre-erradicacao-da-fome-na-africa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pesquisadora da Embrapa avalia implantação de programas sociais brasileiros na África</title>
		<link>http://www.institutolula.org/pesquisadora-da-embrapa-avalia-implantacao-de-programas-sociais-brasileiros-de-na-africa/</link>
		<comments>http://www.institutolula.org/pesquisadora-da-embrapa-avalia-implantacao-de-programas-sociais-brasileiros-de-na-africa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 13:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julianabor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento social]]></category>
		<category><![CDATA[encontro de alto nível]]></category>
		<category><![CDATA[etiopia]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutolula.org/?p=3546</guid>
		<description><![CDATA[Daqui a pouco mais de duas semanas, o Instituto Lula, a União Africana e a FAO realizarão em Adis Abeba, capital da Etiópia, o encontro de alto nível “Novas abordagens unificadas para erradicar a fome na África”. O objetivo é &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/pesquisadora-da-embrapa-avalia-implantacao-de-programas-sociais-brasileiros-de-na-africa/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daqui a pouco mais de duas semanas, o Instituto Lula, a União Africana e a FAO realizarão em Adis Abeba, capital da Etiópia, <a href="http://www.institutolula.org/uniao-africana-fao-e-instituto-lula-somam-esforcos-para-combater-a-fome-na-africa-2/" target="_blank">o encontro de alto nível “Novas abordagens unificadas para erradicar a fome na África”</a>. O objetivo é reunir chefes de estado, especialistas e acadêmicos e representantes de instituições africanas e mundiais para debater novas formas de acabar com a fome no continente.</p>
<p>A engenheira agrônoma Maya Takagi, pesquisadora da Embrapa, foi a representante no Brasil na reunião preparatória para o evento, também realizado na capital etíope. Maya apresentou a experiência brasileira da construção e implantação da política de segurança alimentar e nutricional e combate à fome iniciada com o Programa Fome Zero, criada no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a situação atual a partir do governo Dilma Rousseff.<span id="more-3546"></span>Além do Brasil, a reunião teve apresentações de dois países não africanos – China e Vietnã – que também compartilharam suas políticas exitosas de segurança alimentar e nutricional, e de delegações africanas de Angola, Camarões, Etiópia, Níger, Maláui, Sudão do Sul e Ruanda. No encontro estavam presentes representantes das Nações Unidas, em especial da FAO e do PMA.</p>
<p>Leia, abaixo, entrevista com Maya Takagi.</p>
<p><strong>Qual foi a reação dos países africanos em relação aos programas brasileiros de combate à miséria e à fome, como o Fome Zero, o Programa de Aquisições de Alimentos e o Pronaf?<br />
</strong>Os países africanos têm muito interesse em conhecer o Projeto Fome Zero e o que ele trouxe em termos de resultados concretos. Foram feitas muitas perguntas, sendo que a mais recorrente foi: “como é que vocês fizeram para conseguir o dinheiro para implantar o programa?” Como os países africanos, em geral, têm sérias limitações orçamentárias, esse foi um questionamento freqüente, também endereçado à China e ao Vietnã.</p>
<p>Essa questão da origem dos recursos deve ser amplamente debatida no continente africano, pois a África, historicamente, sempre dependeu de recursos internacionais. É importante que os africanos vejam que países como o Brasil contaram com recursos próprios, do governo, para implantar suas políticas sociais.</p>
<p>Mais do que os programas em si, procurei enfatizar que o combate à fome e a miséria dependem de vontade política. Tudo começa com uma decisão política muito forte por parte do representante máximo do país, como aconteceu aqui no Brasil. Como o ex-presidente Lula costuma dizer, os governantes precisam entender que investir na erradicação da pobreza é bom para a economia.</p>
<p><strong>E essas ideias foram bem recebidas?</strong><br />
Sim, a receptividade foi muito boa. A África vive um momento extremamente positivo, em que eles querem ser agentes do seu próprio desenvolvimento.</p>
<p><strong>Quais foram as iniciativas de combate à fome na África que mais chamaram atenção?<br />
</strong>Há vários bons exemplos para serem compartilhados. O Programa 3N, no Níger, é bem interessante. Eles têm uma estratégia de segurança alimentar articulada com investimentos na agricultura local. Também me chamou a atenção que o Sudão do Sul, um país recém-criado [nasceu em 2011, com a divisão do Sudão], já tenha um Conselho de Segurança Alimentar, com uma política definida e uma secretaria executiva. Angola, que passa por um momento de grande crescimento depois do término da guerra civil, em 2002, aposta no investimento na agricultura e na cooperação para agricultura familiar. Já o Maláui apresentou como está criando um programa de proteção social concomitantemente com o desenvolvimento da agricultura.</p>
<p><strong>O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) está sendo implantado em cinco países africanos: Maláui, Moçambique, Etiópia, Níger e Senegal. Em que estágio eles estão em cada país?</strong><br />
O Brasil tem vários projetos de cooperação com a África, mas o mais inovador, a meu ver, é o PAA África, que eu tive a oportunidade de acompanhar enquanto estava no MDS.</p>
<p>Ele começou a ser implantado em 2011 nos cinco países mencionados. A ideia do PAA é que o governo compre alimentos de pequenos produtores, sem nenhum intermediário, para favorecer a agricultura de pequena escala – e esse passo já está em operação em escala piloto. Mas a estratégia é sempre associar o PAA a outros programas, como, por exemplo, o de alimentação escolar. Recentemente, foi realizada uma reunião de trabalho presencial no Senegal para fazer uma avaliação da implantação do PAA África. Avaliou-se muito positivamente os primeiros resultados e falou-se da necessidade de se partir para a implantação de programas de compra local a partir de programas alimentares já existentes nos países. Há países que começam a trabalhar nessa direção.</p>
<p><strong>Os recursos para a compra de alimentos são locais ou externos? </strong><br />
O programa é uma parceria entre o Brasil, a FAO, o Programa Mundial de Alimentação (PMA) e o DFID [órgão do governo inglês responsável pela cooperação internacional]. Por enquanto, a aquisição de alimentos é feita com recursos dos parceiros. Mas há uma grande novidade na forma como o alimento é comprado. Em geral, o PMA adquire produtos alimentares dos países desenvolvidos ou em desenvolvimento e destina a países em situação de emergência. No caso destes projetos do Maláui, Moçambique, Etiópia, Níger e Senegal, a compra é feita diretamente dos pequenos agricultores ou de organizações locais, o que, alem de gerar renda, amplia a capacidade logística e a experiências locais. Agora estamos trabalhando de forma que os países possam comprar os alimentos com recursos próprios. O Maláui, por exemplo, já tem condições de fazer isso.</p>
<p><strong>Então a intenção é criar as condições para que o próprio país continue financiando essa compra de alimentos de produtores locais, sem depender de recursos externos.</strong><br />
Exatamente. Esse é o diferencial do projeto e, de maneira mais ampla, da cooperação brasileira, pois tem um componente de desenvolvimento institucional. A proposta é deixar nos países a semente de um projeto que tenha continuidade e ganhe escala, com recursos do próprio país. Nós continuamos dando apoio técnico, mas o sucesso do projeto vai depender de cada governo.</p>
<p><strong>E quando essa transição ocorre? Existe uma meta temporal?</strong><br />
Não. Na verdade o PAA África é de curta duração. São dois anos e meio de implantação e existe a possibilidade de implantar uma segunda etapa que pode durar um período de tempo semelhante. Exatamente para não se perder os avanços que já foram feitos.</p>
<p><strong>Há outros países africanos interessados em implantar programas semelhantes?</strong><br />
As demandas são muitas e muito variadas. Durante o encontro, o representante de Angola deixou bem claro que recuperação econômica a partir da agricultura familiar é uma prioridade definida pelo país e que há interesse em ter colaboração com o Brasil. Também há interesse dos países africanos por conhecer os programas de apoio da agricultura familiar brasileira, que inclui não apenas o PAA, mas também outros, como o Pronaf. Há países que estão tentando implantar programas de transferência de renda e que querem conhecer o nosso sistema de cadastro e pagamento e o funcionamento dos bancos públicos. Nós temos o Banco do Brasil e a Caixa. Muitos desses países não têm um banco público com capilaridade, seja para crédito, seja para transferência de renda.</p>
<p><strong>A discussão sobre segurança alimentar na África está muito ligada ao desenvolvimento agrícola. E o Brasil combateu a fome e a miséria com políticas sociais, não apenas com o crescimento da agricultura. O debate sobre segurança alimentar na África precisa mudar?</strong><br />
Como a população rural africana é grande (mais de 60% dos cerca de 1 bilhão de habitantes) e quase todos são pequenos agricultores, existe uma associação quase automática entre política agrícola e erradicação da fome. Mas essa ligação não é imediata nem automática. Vejamos o caso brasileiro. Passamos pela nossa revolução verde na década de 1970. Mas essa revolução excluiu um conjunto grande da população rural e resultou num processo migratório rápido para áreas urbanas. Nossa agricultura se desenvolveu e hoje nos tornamos uma potência agrícola em um país urbano. No entanto, não foi um processo inclusivo no sentido em que os países africanos estão buscando hoje.</p>
<p>Por isso, é importante que os governos africanos busquem desenvolver o setor agrícola, mas também criem formas de inserir sua população nessas políticas. Combater a fome exige uma estratégia que articula produção, comercialização, abastecimento e consumo. É essencial que vários setores do governo e da sociedade estejam envolvidos na definição das prioridades.</p>
<p>O grande desafio dos países africanos é como desenvolver a agricultura e a inclusão social – que nós fizemos separadamente – de forma integrada. Acredito que promover articulação da política agrícola com a política de proteção social é um debate central para o desenvolvimento africano.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutolula.org/pesquisadora-da-embrapa-avalia-implantacao-de-programas-sociais-brasileiros-de-na-africa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“Só há uma coisa a fazer: melhorar o que já estamos fazendo”, afirma Lula em comemoração dos dez anos de governo</title>
		<link>http://www.institutolula.org/assista-lula-e-dilma-ao-vivo-em-comemoracao-de-10-anos-de-governo-democratico-e-popular/</link>
		<comments>http://www.institutolula.org/assista-lula-e-dilma-ao-vivo-em-comemoracao-de-10-anos-de-governo-democratico-e-popular/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 22:09:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icidadaniaadmin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[10 anos de governo democrático e popular]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutolula.org/?p=3554</guid>
		<description><![CDATA[O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na noite desta quinta-feira (13) , ao lado da presidenta Dilma Rousseff, do seminário &#8220;O decênio que mudou o Brasil&#8221;, em Curitiba. A edição de hoje discutiu os avanços na área de &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/assista-lula-e-dilma-ao-vivo-em-comemoracao-de-10-anos-de-governo-democratico-e-popular/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na noite desta quinta-feira (13) , ao lado da presidenta Dilma Rousseff, do seminário &#8220;O decênio que mudou o Brasil&#8221;, em Curitiba. A edição de hoje discutiu os avanços na área de ciência e tecnologia nos 10 anos de governo democrático e popular com palestras do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e do presidente da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), Glauco Arbix. Um ato político encerrou a cerimônia.</p>
<p>Para ver mais imagens e baixar fotos em alta resolução, visite o <a href="https://picasaweb.google.com/116451107798979983687/10AnosDeGovernoPopularEDemocraticoCuritiba" target="_blank">Picasa do Instituto Lula</a>.</p>
<p>Em seus discursos, Lula e Dilma destacaram a importância das alianças políticas que permitiram os avanços que foram feitos nos últimos dez anos. “O PT aprendeu a governar com os aliados”, afirmou a presidenta. Lula também falou que é preciso saber lidar com a oposição: “Não tenho nada contra quem é oposição ao nosso governo, afinal sou republicano”. O ex-presidente disse que a sociedade é heterogênea e plural e precisa ser respeitada como tal. “Temos que tratar os que não estão do nosso lado com tanto carinho quanto os que estão. Ódio não ganha eleição, o que ganha eleição é amor&#8221;.</p>
<p>Lula também comentou o momento excepcional que o Brasil vive hoje e voltou fazer uma afirmação que ele tem feito questão de reiterar em vários eventos em que participa: “Não existe hoje nenhum país do mundo que tenha a perspectiva de futuro que tem o Brasil”. Ele ressaltou que os avanços que o país teve nos últimos anos são inegáveis para quem viveu o tempo em que “trabalhadores voltavam das greves tendo perdido tudo” e “a inflação passava de 80% ao mês”.</p>
<p>A presidenta Dilma classificou a eleição como “distante” e disse não ter interesse nenhum em antecipar as eleições, mas sim de trabalhar para fazer ainda mais. Afirmou que o Brasil conseguiu provar que “uma mulher pode sim governar tão bem quanto um homem” e que o governo tem não apenas competência, mas também sensibilidade com as pessoas.</p>
<p>Sobre a crise mundial, Dilma ressaltou que “o Brasil nunca se acovardou e enfrentou dois desafios principais: “encontrar meios para nos manter como país pouco afetado pela crise e, ao mesmo tempo, avançar no ciclo de desenvolvimento iniciado pelo presidente Lula”. O ex-presidente Lula ressaltou que “Quem não conseguiu adivinhar as crises da Europa e dos Estados Unidos, por favor não se meta no Brasil”.</p>
<p>Também estiveram presentes ao encontro a ministra Gleisi Hoffmann e o ministro Paulo Bernardo, o presidente da Fundação Perseu Abramo, Marcio Pochmann, o presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, e várias autoridades do estado do Paraná.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutolula.org/assista-lula-e-dilma-ao-vivo-em-comemoracao-de-10-anos-de-governo-democratico-e-popular/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Compartilhe a nova série de infográficos sobre Ciência e Tecnologia</title>
		<link>http://www.institutolula.org/compartilhe-a-nova-serie-de-infograficos-sobre-ciencia-e-tecnologia/</link>
		<comments>http://www.institutolula.org/compartilhe-a-nova-serie-de-infograficos-sobre-ciencia-e-tecnologia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 20:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icidadaniaadmin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[10 anos de governo democrático e popular]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutolula.org/?p=3535</guid>
		<description><![CDATA[Ciência e Tecnologia é o tema do quarto seminário “O decênio que mudou o Brasil” em comemoração aos 10 anos de governo democrático e popular. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta Dilma Rousseff se encontram nesta &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/compartilhe-a-nova-serie-de-infograficos-sobre-ciencia-e-tecnologia/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ciência e Tecnologia é o tema do quarto seminário “O decênio que mudou o Brasil” em comemoração aos 10 anos de governo democrático e popular. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta Dilma Rousseff se encontram nesta quinta-feira (13), na cidade de Curitiba, para a cerimônia. Para destacar as conquistas nesse campo, o Instituto Lula convidou o infografista Ilustre Bob, que criou uma nova série de gráficos sobre o tema.<span id="more-3535"></span>O primeiro infográfico da série destaca o avanço no número de bolsas de pós-graduação concedidas. O número quase triplicou entre 2004 e 2012, passando de 28 para 78 mil (um aumento de 180%). No segundo gráfco, o destaque é o crescimento relativo da produção dos cientistas brasileiros em comparação com o resto do mundo. Beneficiado pela base pequena, o Brasil tem uma taxa de crescimento maior do que a mundial nos últimos 28 anos. Mas na última década, a produtividade brasileira deslanchou de vez. Em 2008, o Brasil chegou ao 13º lugar no ranking de países com maior produção científica, deixando para trás países com grande tradição em ciência, como Rússia e Holanda. A grande estrela do terceiro infográfico é o Programa Ciência Sem Fronteiras, que já concedeu 41 mil bolsas no exterior até maio deste ano.</p>
<p>O evento em Curitiba, organizado em parceria entre o Partido dos Trabalhadores, a Fundação Perseu Abramo e o Instituto Lula, comemora os 10 anos de governo democrático e popular no Brasil e será realizado no Expotrade, em Pinhais. Na capital paranaense, o seminário terá como tema Ciência, Tecnologia e Indústria. Durante o encontro, o presidente da Fundação Perseu Abramo, Márcio Pochmann, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho e o presidente da Finep, Glauco Arbix vão apresentar os avanços do governo do PT os desafios estratégicos para os próximos anos nas duas áreas.</p>
<p>Após o seminário, será realizado um ato político com a participação de Dilma e Lula, além dos ministros Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, Paulo Bernardo, das Comunicações e Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, e dos presidentes nacional e estadual do PT, Rui Falcão e Enio Verri.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutolula.org/compartilhe-a-nova-serie-de-infograficos-sobre-ciencia-e-tecnologia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em encontro com catadores, Lula defende ampliação de coleta seletiva até 2014</title>
		<link>http://www.institutolula.org/lula-defende-ampliacao-de-coleta-seletiva-ate-2014/</link>
		<comments>http://www.institutolula.org/lula-defende-ampliacao-de-coleta-seletiva-ate-2014/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 18:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icidadaniaadmin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutolula.org/?p=3533</guid>
		<description><![CDATA[O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do Encontro Estadual de Catadores do Rio Grande do Sul, ao lado do governador Tarso Genro e do prefeito Jairo Jorge, na cidade gaúcha de Canoas.Para baixar fotos em alta resolução, visite &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/lula-defende-ampliacao-de-coleta-seletiva-ate-2014/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do Encontro Estadual de Catadores do Rio Grande do Sul, ao lado do governador Tarso Genro e do prefeito Jairo Jorge, na cidade gaúcha de Canoas.<span id="more-3533"></span>Para baixar fotos em alta resolução, visite o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://picasaweb.google.com/116451107798979983687/EncontroEstadualDosCatadores" target="_blank">Picasa do Instituto Lula</a></span>.</p>
<p>Em sua fala, Lula pediu que os catadores &#8220;plastificassem&#8221; a lei que estabelece a política nacional de resíduos sólidos. Essa lei determina o fechamento dos lixões e estabelece a coleta seletiva em todos os municípios até 2014. &#8220;Pouco tempo atrás o catador era tratado como a escória da humanidade, mesmo limpando a sujeira da gente. Mas quando eu vi direção do movimento dos catadores assinando um contrato de 200 milhões com o BNDES, eu pensei: &#8216;valeu a pena ter sido eleito presidente&#8217;&#8221;. Lula apoiou a reivindicação dos catadores para que as prefeituras deixem de incinerar o lixo e passe a encaminhá-lo a cooperativas de catadores. &#8220;Hoje ser catador de material reciclável é motivo de orgulho. E isso é uma conquista de vocês&#8221;. E disse ainda que, se algum prefeito não estiver sendo correto, o movimento precisa denunciar esta prática. &#8220;Vocês não podem parar nunca de reivindicar&#8221;, aconselhou Lula.</p>
<p><strong>Ouça abaixo a fala completa do ex-presidente.</strong><br />
<iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F96749585" frameborder="no" scrolling="no" width="100%" height="166"></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutolula.org/lula-defende-ampliacao-de-coleta-seletiva-ate-2014/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lula reforça sua confiança na economia em entrevista em Canoas</title>
		<link>http://www.institutolula.org/lula-reforca-sua-confianca-na-economia-em-entrevista-em-canoas/</link>
		<comments>http://www.institutolula.org/lula-reforca-sua-confianca-na-economia-em-entrevista-em-canoas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 15:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icidadaniaadmin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutolula.org/?p=3529</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Poucos países do mundo têm uma perspectiva de futuro garantido como o Brasil tem&#8221;. Com essa frase Lula iniciou sua fala a jornalistas na manhã desta quinta-feira (13), na cidade gaúcha de Canoas. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/lula-reforca-sua-confianca-na-economia-em-entrevista-em-canoas/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Poucos países do mundo têm uma perspectiva de futuro garantido como o Brasil tem&#8221;. Com essa frase Lula iniciou sua fala a jornalistas na manhã desta quinta-feira (13), na cidade gaúcha de Canoas. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na manhã do encerramento do 3º Fórum de Autoridades Locais de Periferia (Falp). Em sua chegada ao Centro Universitário La Salle, Lula falou a jornalistas e reforçou sua confiança na economia e na administração da presidenta Dilma Rousseff. Lula falou também das perspectivas da seleção brasileira na Copa do Mundo no ano que vem. &#8220;Vamos esquecer 1950, tocer para o Uruguai não vir para cá pra não criar nenhum terror na seleção brasileira&#8221;, brincou ao final.</p>
<p>Ouça abaixo o áudio completo da entrevista do ex-presidente.<br />
<iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F96731893"></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutolula.org/lula-reforca-sua-confianca-na-economia-em-entrevista-em-canoas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Eu queria que os prefeitos chegassem em Brasília e tivessem seu ministério&#8221;, diz Lula durante fórum de autoridades locais em Canoas</title>
		<link>http://www.institutolula.org/ouca-agora-ao-vivo-a-participacao-de-lula-no-3o-forum-de-autoridades-locais-de-periferia/</link>
		<comments>http://www.institutolula.org/ouca-agora-ao-vivo-a-participacao-de-lula-no-3o-forum-de-autoridades-locais-de-periferia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 14:23:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icidadaniaadmin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutolula.org/?p=3524</guid>
		<description><![CDATA[O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou na manhã desta quinta-feira (13) na cidade gaúcha de Canoas, durante o encerramento do 3º Fórum de Autoridades Locais de Periferia (Falp), que reúne prefeitos de regiões metropolitanas de 30 países com &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/ouca-agora-ao-vivo-a-participacao-de-lula-no-3o-forum-de-autoridades-locais-de-periferia/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou na manhã desta quinta-feira (13) na cidade gaúcha de Canoas, durante o encerramento do 3º Fórum de Autoridades Locais de Periferia (Falp), que reúne prefeitos de regiões metropolitanas de 30 países com o tema “Direitos e Democracia para Metrópoles Solidárias e Sustentáveis”. Entre os países presentes estiveram México, Canadá, Moçambique, Angola e Senegal. O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, e o prefeito de Canoas, Jairo Jorge, ambos do PT, também estavam na cerimônia no Centro Universitário La Salle.<span id="more-3524"></span></p>
<p>Para ver mais imagens e baixar fotos em alta resolução, visite o <a href="https://picasaweb.google.com/116451107798979983687/CanoasForumDeAutoridadesLocaisDePeriferiaFalp" target="_blank">Picasa do Instituto Lula</a>.</p>
<p>Durante sua fala, o ex-presidente lembrou sua experiência na relação com os prefeitos tanto na caminhada para chegar à Presidência como no governo. Ele disse que, depois da campanha de 1989, ele sentiu a necessidade de conhecer mais o país, o que inspirou a ideia das viagens das Caravanas da Cidadania para conhecer de perto a realidade das cidades do Brasil. Quando chegou ao governo, o ex-presidente criou o Ministério da Cidades e outras instituições para auxiliar na relação com os prefeitos. &#8220;Nós criamos no Palácio do Planalto uma sala para receber prefeitos e um departamento da Caixa Econômica Federal em cada capital também para receber prefeitos e ajudar a elaborar projetos&#8221;.</p>
<p>Lula também comemorou os avanços dos últimos 10 anos. &#8220;Houve uma revolução nesse país na periferia das cidades nos últimos 10 anos. Temos que recuperar a auto-estima das periferias das nossas cidades&#8221;. Depois, disse que os governos progressistas mudaram até mesmo a maneira que os governos conservadores governam. &#8220;Um dos &#8216;males&#8217; que o PT causou neste país foi que, agora, mesmo os prefeitos de direita são obrigados a ter o PT como paradigma de políticas públicas&#8221;. E completou: &#8220;que bom que seja assim. Que a esquerda faça a direita evoluir&#8221;.</p>
<p>O presidente citou também programas do governo feitos em parceria com os prefeitos, como o Minha casa, minha vida, e os Pontos de cultura.</p>
<p>Ouça abaixo o discurso completo do ex-presidente:<br />
<iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F96733818" frameborder="no" scrolling="no" width="100%" height="166"></iframe></p>
<p><strong>A Falp</strong><br />
Em sua terceira edição, pela primeira vez fora do continente Europeu, o Fórum de Autoridades Locais de Periferia (Falp) teve seu embrião durante o Fórum Social Mundial de Porto Alegre, em 2001. No evento aconteceu o Fórum de Autoridades Locais pela Inclusão Social e a Democracia Participativa (FAL), onde os participantes buscaram formas de impulsionar as gestões locais de forma inovadora, democráticas e inclusivas.</p>
<p>Em 2003, também durante o Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, a FAL foi realizada em Alvorada, na região metropolitana da capital gaúcha, e a partir deste encontro a Falp é criada oficialmente, com foco em soluções para cidades periféricas. Em sua primeira edição, em 2006, a Falp teve suas reuniões e debates na cidade de Nanterre (França) com o tema proposto “Um outro olhar sobre as metrópoles desde as periferias”. Em sua segunda edição, em Getafe (Espanha), em 2010, as discussões avançaram e foi criado um documento chamado de “Compromisso Político Comum” para metrópoles solidárias. A percepção dos participantes é que a partir dos dois primeiros encontros muitos avanços foram realizados em busca de uma rede internacional que deu voz às periferias populares. A meta desta terceira edição é consolidar e estruturar formalmente a rede Falp e assim acelerar o intercâmbio entre as cidades de periferia em nível mundial.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutolula.org/ouca-agora-ao-vivo-a-participacao-de-lula-no-3o-forum-de-autoridades-locais-de-periferia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>38 países cumprem meta de combate à fome para 2015, entre eles o Brasil</title>
		<link>http://www.institutolula.org/38-paises-cumprem-meta-de-combate-a-fome-para-2015-entre-eles-o-brasil/</link>
		<comments>http://www.institutolula.org/38-paises-cumprem-meta-de-combate-a-fome-para-2015-entre-eles-o-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 22:13:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julianabor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[FAO]]></category>
		<category><![CDATA[fome]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.institutolula.org/?p=3523</guid>
		<description><![CDATA[Trinta e oito países cumpriram antecipadamente as metas internacionais de combate à fome para 2015, informou hoje (12) a FAO, agência das Nações Unidas para agricultura e alimentação. &#8220;Esses países estão caminhando para um futuro melhor. São a prova de &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/38-paises-cumprem-meta-de-combate-a-fome-para-2015-entre-eles-o-brasil/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trinta e oito países cumpriram antecipadamente as metas internacionais de combate à fome para 2015, informou hoje (12) a FAO, agência das Nações Unidas para agricultura e alimentação. &#8220;Esses países estão caminhando para um futuro melhor. São a prova de que, com uma forte vontade política, coordenação e cooperação, é possível reduzir a fome  de forma drástica e duradoura”, afirmou o diretor-geral da FAO, José Graziano.<span id="more-3523"></span>O brasileiro chamou todos os países a se engajarem para erradicar a fome o mundo dentro das diretrizes do Desafio Fome Zero, lançado pelo secretário-geral das Nações Unidas Ban Ki Moon em 2012.</p>
<p>Vinte<strong> </strong>países alcançaram a primeira Meta de Desenvolvimento do Milênio (reduzir a proporção de pessoas com fome). Outras 18 nações alcançaram, ainda, um compromisso mais rígido, estabelecido em 1996 durante o World Food Summit (WFS), reduzindo pela metade o número absoluto de pessoas desnutridas entre 1990-92 e 2010-21.</p>
<p>O Brasil está entre os países que cumpriram a meta. Dez países africanos, como Benin, São Tomé e Príncipe e Gana, também estão na lista. As 38 nações serão homenageadas numa cerimônia de alto nível na sede da FAO, em Roma, no dia 16 de junho.</p>
<p><strong>Fome</strong></p>
<p>Apesar dos avanços, quase 1 bilhão de pessoas ainda passam fome no mundo – 239 milhões no continente africano. “A fome global caiu na última década, mas 870 milhões de pessoas ainda estão subnutridas, e milhões delas sofrem as conseqüências da falta de vitaminas e minerais, incluindo crianças”, disse Graziano.</p>
<p>A FAO, a União Africana e o Instituto Lula estão somando esforços reverter este quadro e acabar com a fome na África.  As três entidades realizarão um encontro de alto nível com líderes africanos e internacionais intitulado “Novas abordagens unificadas para erradicar a fome na África ”. O encontro acontecerá em Adis Abeba (Etiópia), sede da União Africana, nos dias 30 de junho e 1º de julho de 2013.</p>
<p>Leia mais sobre o encontro:</p>
<h1><a href="http://www.institutolula.org/uniao-africana-fao-e-instituto-lula-somam-esforcos-para-combater-a-fome-na-africa-2/#.Ubjs2fb72tc">União Africana, FAO e Instituto Lula somam esforços para combater a fome na África</a></h1>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.institutolula.org/38-paises-cumprem-meta-de-combate-a-fome-para-2015-entre-eles-o-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
