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	<title>Instituto Lula</title>
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		<title>Instituto Lula realiza debate sobre integração regional na Argentina</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 14:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icidadaniaadmin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
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		<description><![CDATA[Realizou-se nesta sexta-feira (17), na Embaixada do Brasil em Buenos Aires, o encontro &#8220;Desafios Brasil-Argentina: Desafio para a integração regional&#8221;. Com realização do Instituto Lula e do Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (CLACSO), o evento reuniu intelectuais, políticos, empresários e &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/instituto-lula-realiza-debate-sobre-integracao-regional-na-argentina/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Realizou-se nesta sexta-feira (17), na Embaixada do Brasil em Buenos Aires, o encontro &#8220;Desafios Brasil-Argentina: Desafio para a integração regional&#8221;. Com realização do Instituto Lula e do Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (CLACSO), o evento reuniu intelectuais, políticos, empresários e outras personalidade argentinas para debater a integração latino-americana. Entre os presentes nomes como: Emir Sader, Daniel Filmus, Bernardo Kosakoff, Martín Granovsky, Pino Solanas e Jorge Taiana.</p>
<p>Em sua fala inicial, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou que sua preocupação com a integração não acabou com o seu mandato. Ele apontou dois caminhos centrais para consolidar esse processo:  construir uma doutrina da integração, uma base teórica para defender a integração, ao tempo em que criamos instituições multilaterais na região.</p>
<p>O diretor do Instituto Lula e coordenador da Iniciativa América Latina, Luiz Dulci, falou dos encontros que foram feitos pelo Instituto Lula com intelectuais e movimentos sociais para discutir o tema da integração e também falou da intenção de reunir empresários, artistas e atletas para debater o tema. Para Dulci, o objetivo desses encontros é &#8220;construir um pensamento estratégico sobre a integração&#8221; e também tornar o tema mais próximo da população. &#8220;O resultado da elaboração desse pensamento estratégico será colocado à disposição dos organismos multilaterais e governos da região&#8221;, afirmou ele.</p>
<p>A rodada de falas dos convidados abordou temas como a necessidade de construir pisos de direitos sociais comuns e políticas de combate à fome. A questão da cooperação educacional também esteve em pauta juntamente com a questão do envolvimento dos diversos setores sociais na integração.</p>
<p>As assimetrias da região foram levantadas como uma séria questão a ser enfrentada e a nova configuração da geopolítica mundial também foi citada em várias falas. A visão geral é que a integração é a única forma de enfrentar os desafios do mundo globalizado.</p>
<p>Lula fechou a reunião falando da felicidade de ter realizado um encontro de tão alto nível. Lula falou da importância de consolidar os avanços e criar novas instituições, como o parlamento sul-americano, para não permitir que haja retrocessos.</p>
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		<title>Lula recebe oito títulos de doutor honoris causa na Argentina</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 19:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icidadaniaadmin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[América Latina e Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmios e homenagens]]></category>

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		<description><![CDATA[O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, nesta sexta-feira (17), oito títulos de doutor honoris causa, na Argentina. As universidades de Cuyo, San Juan, Córdoba, La Plata, Tres de Febrero, Lanús, San Martín e a Faculdade Latino-americana de Ciências &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/lula-recebe-oito-titulos-de-doutor-honoris-causa-na-argentina/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, nesta sexta-feira (17), oito títulos de doutor honoris causa, na Argentina. As universidades de Cuyo, San Juan, Córdoba, La Plata, Tres de Febrero, Lanús, San Martín e a Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais homenagearam o ex-presidente em uma cerimônia que aconteceu no Senado argentino.</p>
<p>Para baixar fotos em alta resolução, visite o <a href="https://picasaweb.google.com/116451107798979983687/LulaRecebeOitoHonorisCausaNaArgentina" target="_blank">Picasa do Instituto Lula</a>.</p>
<p>Em seu discurso, Lula lembrou que o primeiro diploma que desejou foi o de torneiro mecânico, do qual sua mãe tinha muito orgulho. &#8220;A emoção ao receber este primeiro diploma foi a mesma ao receber meu segundo diploma, o de Presidente da República&#8221;, lembrou ele. Para Lula, os oito títulos recebidos hoje reviveram aquela emoção.</p>
<p>&#8220;Esses títulos não são um reconhecimento [apenas] ao Lula, mas a uma década de transformações democráticas que viveu o Brasil, a Argentina e toda América Latina&#8221;, disse. Ele lembrou também o papel crucial do &#8220;companheiro Néstor Kirchner&#8221; neste processo e dedicou a homenagem ao ex-presidente argentino. &#8220;Néstor, esses títulos também são para você&#8221;.</p>
<p>O ex-presidente Lula falou também da importância da integração latino-americana, um dos focos de trabalho do Instituto que fundou. &#8220;Temos que trabalhar juntos, destruindo as barreiras que nos separam e construindo pontes que nos unam&#8221;, afirmou. Ele incentivou maior cooperação entre as universidades brasileiras e argentinas e homenageou os professores e alunos das universidades argentinas que lutaram contra a ditadura militar. Lula falou do papel crucial das relações entre Brasil e Argentina para a integração e brincou dizendo que a Argentina só não pode fazer na Copa do Mundo o que o Boca Juniors fez com o Corinthians na última quarta-feira, ou haverá um grande problema para a integração.</p>
<p>Lula terminou seu discurso falando da crise internacional. &#8220;Os que hoje estão em crise, sabiam resolver todos os problemas do meu país&#8221;, declarou. Ele falou da falta de peso das decisões dos organismos multilaterais e afirmou que &#8220;um dos grandes problemas que vivemos hoje é a falta de decisão política, porque faltam líderes políticos&#8221;. E terminou apontando uma saída para a crise: &#8220;Deem menos dinheiro para salvar os bancos e mais para salvar vidas humanas&#8221;.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F92674891"></iframe></p>
<p>O senador Daniel Filmus, presidente da Comissão de Relações Exteriores e Culto do Senado argentino, fez o discurso inicial em que declarou que os títulos estavam sendo entregues a &#8220;um homem que lutou contra a adversidade&#8221;. Ele também lembrou que é a primeira vez que a Argentina tem 30 anos ininterruptos de democracia. Filmus reconheceu que os argentinos sempre foram ensinados a ter medo do Brasil e que Lula teve um importante papel em desfazer essa imagem. &#8220;Hoje, tirando no futebol, não temos grandes disputas&#8221;, brincou.</p>
<p>O senador terminou seu discurso falando da importância das lutas pontuais e constantes dos homens e afirmou que Lula é &#8220;um homem imprescindível ao Brasil, para os mais humildes, para os que lutam pela paz no mundo, para Argentina e para toda a América Latina&#8221;.</p>
<p>Os oito reitores entregaram os certificados dos títulos a Lula e o vice-presidente argentino, Amado Boudou, homenageou Lula com a Menção Honrosa Domingo Faustino Sarmiento. Boudou destacou a importância do desenvolvimento de um corpo de pensamento próprio da América Latina e lembrou a histórica decisão de Lula e Néstor Kirchner de dizer não à Alca e optar por uma integração regional.</p>
<p><strong>Reunião com reitores</strong><br />
Antes da cerimônia, Lula se reuniu brevemente com os reitores das universidades que propuseram os títulos. Lula abriu a reunião falando da honra de receber a homenagem, mas também da responsabilidade que vem com isso. Cada um dos dirigentes universitários falou de suas realidades locais e dos motivos para a escolha do ex-presidente brasileiro. Carlos Ruta, reitor da Universidade de San Martín, disse que Lula é um &#8220;símbolo para nossos jovens, que precisam de exemplos de dignidade&#8221;. O vice-presidente Amado Boudou falou da importância do ato para a &#8220;Luta contra o colonialismo intelectual, que talvez seja o mais profundo colonialismo&#8221;. Lula citou duas revoluções da educação brasileira: o Prouni e a aprovação da política de cotas, que permitiram um acesso muito mais democrático à educação.</p>
<p><strong>A Iniciativa América Latina</strong><br />
O governo Lula (2003-2010) promoveu uma remodelação na política externa brasileira, ampliando as trocas comerciais com parceiros diversificados, em todos os continentes. Nesse processo, os países da América Latina e do Caribe desempenharam, desde cedo, papel importante. Enquanto presidente, Lula fez 114 viagens aos países da região, que resultaram num aumento de quatro vezes no saldo comercial com a região, que saltou de cerca de dois bilhões, em 2002, para oito, em 2010. Tanto as importações quanto as exportações aumentaram durante o período de governo Lula.</p>
<p>O Instituto Lula se propõe a trabalhar em prol de uma maior integração latino-americana, uma integração que não se restrinja apenas ao plano comercial e que não seja assimétrica, mas que possa tornar a América Latina e o Caribe um polo de poder, condizente com a nova geopolítica mundial, num planeta que não é mais bipolarizado. Os desafios são inúmeros, e vão desde entraves burocráticos a dificuldades logísticas com a infraestrutura de transportes do continente.</p>
<p><a href="http://www.institutolula.org/america-latina/">Clique aqui</a> para ler mais sobre a Iniciativa América Latina do Instituto Lula.</p>
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		<title>Feira vai levar 50 empresas brasileiras ao Quênia</title>
		<link>http://www.institutolula.org/feira-vai-levar-50-empresas-brasileiras-ao-quenia/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 18:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julianabor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Quênia]]></category>

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		<description><![CDATA[De olho num mercado emergente que cresce 7% ao ano, um grupo de 50 empresários brasileiros embarca, no fim de julho, para Nairóbi, capital do Quênia. Eles irão participar da segunda edição da Brazil in Eastern Africa EXPO 2013, uma &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/feira-vai-levar-50-empresas-brasileiras-ao-quenia/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De olho num mercado emergente que cresce 7% ao ano, um grupo de 50 empresários brasileiros embarca, no fim de julho, para Nairóbi, capital do Quênia. Eles irão participar da segunda edição da <em>Brazil in Eastern Africa EXPO 2013</em>, uma feira multissetorial realizada de 24 a 26 de julho e que tem como objetivo fomentar a presença brasileira no Leste africano.</p>
<p>“Os empresários brasileiros ainda enxergam a África como um continente cheio de problemas. Com a EXPO, pretendemos desmistificar essa ideia e mostrar o tamanho das oportunidades que existem por aqui”, afirma o gaúcho Marcos Brandalise, diretor-presidente da <em>BrazAfric</em>, empresa idealizadora e organizadora do evento. Formado pelos países Quênia, Burundi, Uganda, Ruanda, Tanzânia, Moçambique e Etiópia, o Leste da África registrou crescimento médio de 6,8% em 2011 – expansão maior que a média do continente, que foi de 4,2% no mesmo período.</p>
<p>Há mais de 20 anos vivendo no continente africano, Brandalise testemunhou  momentos bastante distintos da história do continente. Na década de 90, presenciou algumas das grandes crises humanitárias do mundo. A partir de 1996, quando abriu sua própria empresa, a Brazafric, para vender produtos e representar empresas brasileiras no Leste da África, passou a usufruir do boom de crescimento econômico do continente que sempre foi sinônimo de miséria e de compartilhar, junto com os africanos, a esperança de um futuro melhor. Brandalise esteve no Instituto recentemente e convidou o ex-Presidente Lula para proferir uma conferência para empresários africanos e brasileiros. Leia a seguir uma entrevista com o empresário.</p>
<p><strong>Qual é o público-alvo da <em>Brazil in Eastern Africa EXPO 2013</em>?</strong></p>
<p>Brandalise: São empresas de pequeno e médio porte que estejam se internacionalizando e querem conhecer ou fazer negócios no continente africano. Cerca de 70% do espaço disponível já está ocupado por companhias dos setores de máquinas, móveis, alimentos e logística.</p>
<p>Algumas empresas e entidades confirmadas são a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a fabricante de calçados Grendene, a Lorenzetti, que produz chuveiros e artigos para banho, e a Schulz, que atua nos setores automotivo e de compressores.</p>
<p><strong>Essa já é a segunda edição do evento. O interesse das empresas brasileiras pela África do Leste aumentou?</strong></p>
<p>Sim. Na primeira edição, realizada em março de 2011 no Kenyatta International Conference Centre, mais de 25 empresas brasileiras garantiram seu espaço no evento. Dessa vez, tivemos que dobrar o tamanho da área. Mas reitero que os brasileiros ainda pensam muito pouco no continente africano e, quando o fazem, estão sempre olhando para Angola, Moçambique e África do Sul. A África do Leste tem tudo para se tornar uma das máquinas de desenvolvimento da continente e queremos que o Brasil participe deste processo.</p>
<p><strong>A feira destina-se apenas a empresas?</strong></p>
<p>Entidades privadas e governamentais engajadas em aumentar as relações comerciais entre o Brasil e os países africanos – como a Apex, Embrapa, a ABC, a FIESP e a Abimaq –  também estarão na <em>Brazil in Eastern Africa EXPO</em>. Elas desempenham um papel importante para dar respaldo a empresas de menor porte que desejam se internacionalizar.</p>
<p>Além das rodadas de negócios, a expo terá, também, atrações culturais e esportivas e um ciclo de conferências, cujos temas principais são <em>agrobusiness</em>, moradia e finanças. Queremos levar experiências brasileiras que tiveram sucesso no Brasil e que podem ser implementadas na África, como o agronegócio e as moradias populares. Dentre os palestrantes, estão confirmados os representantes do BNDES e da Embrapa.</p>
<p><strong>Conte um pouco da </strong><em><strong>BrazAfric.</strong></em><em></em></p>
<p>A empresa foi fundada em 1996 em Nairóbi, onde eu vivo com minha família. Percebi que havia pouca variedade de quase todos os tipos de produtos nas prateleiras e que havia uma boa oportunidade de negócio se eu começasse a buscar empresas brasileiras interessadas em levar seus produtos ao Leste da África. Comecei a representar algumas empresas do setor agrícola e hoje existem 15 marcas sob o guarda-chuva da BrazAfric, dentre elas a Kepler Weber (armazenamento de grãos), Pinhalense (equipamento de processamento de café) e Lorenzetti (chuveiros e artigos para banho). Hoje, temos 130 funcionários e estamos presentes em sete países – Quênia, Burundi, Moçambique, Etiópia, Uganda, Ruanda e Tanzânia.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Mais informações:</strong></p>
<p><a href="http://www.brazileastafricaexpo.com">www.brazileastafricaexpo.com</a></p>
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		<title>&#8220;O sindicato além de fazer greve e manifestação, agora também faz universidades&#8221;, diz Lula na Argentina</title>
		<link>http://www.institutolula.org/o-sindicato-alem-de-fazer-greve-e-manifestacao-agora-tambem-faz-universidades-diz-lula-na-argentina/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 12:11:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icidadaniaadmin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[UMET]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou na quinta-feira (16) a Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho (UMET), criada pelo sindicato de trabalhadores em prédios e condomínios da Argentina, em Buenos Aires. Na chegada à universidade, Lula &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/o-sindicato-alem-de-fazer-greve-e-manifestacao-agora-tambem-faz-universidades-diz-lula-na-argentina/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou na quinta-feira (16) a Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho (UMET), criada pelo sindicato de trabalhadores em prédios e condomínios da Argentina, em Buenos Aires.</p>
<p>Na chegada à universidade, Lula e o secretário-geral do sindicato, Víctor Santa María, pararam para cumprimentar alunos e professores da entidade. Victor falou da honra de receber o ex-presidente para a inauguração da entidade e Lula declarou sua felicidade em ver que &#8220;o sindicato, além de fazer greve, de fazer manifestações, agora faz universidades&#8221;. Ele lembrou que, em 1975, foi diretor de uma escola que ajudava os trabalhadores a terminarem o então &#8220;secundário&#8221; e se prepararem para a universidade.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F92586963"></iframe></p>
<p>Se reuniu com professores e sindicalistas. Víctor ressaltou que  &#8220;quando falamos de educação, falamos de futuro&#8221; e falou da importância do contexto político e da presidenta Cristina Kirchner para que a fundação de uma universidade de trabalhadores fosse possível.</p>
<p>Lula lembrou que a Argentina foi o primeiro país que visitou depois de assumir a presidência. Ele também comentou que os países latino-americanos dez anos atrás eram muito diferentes: &#8220;Acho que nós fizemos em 10 anos o que não havia sido feito em cinco séculos&#8221;.</p>
<p>Após a reunião, Lula participou de <a href="http://www.institutolula.org/lula-inaugura-universidade-de-trabalhadores-em-buenos-aires/">inauguração oficial da universidade com a presidenta</a>.</p>
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		<title>Cristina Kirchner apresenta Lula como &#8220;melhor amigo da Argentina&#8221;</title>
		<link>http://www.institutolula.org/lula-e-cristina-kirchner-jantam-na-casa-rosada/</link>
		<comments>http://www.institutolula.org/lula-e-cristina-kirchner-jantam-na-casa-rosada/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 May 2013 01:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icidadaniaadmin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva jantou nesta quinta-feira (16) com a presidenta argentina Cristina Kirchner, na Casa Rosada, em Buenos Aires. Lula estava acompanhado do diretor do Instituto Lula, Luiz Dulci, e do embaixador do Brasil na Argentina, &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/lula-e-cristina-kirchner-jantam-na-casa-rosada/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva jantou nesta quinta-feira (16) com a presidenta argentina Cristina Kirchner, na Casa Rosada, em Buenos Aires. Lula estava acompanhado do diretor do Instituto Lula, Luiz Dulci, e do embaixador do Brasil na Argentina, Ênio Cordeiro. Cristina Kirchner presenteou Lula com uma caricatura chamada &#8220;América Latina mais unida&#8221;, de autoria Ricardo Ajler.</p>
<p>Para baixar fotos em alta resolução, visite o <a href="https://picasaweb.google.com/116451107798979983687/LulaECristinaJantamNaCasaRosada" target="_blank">Picasa do Instituto Lula</a>.</p>
<p>O jantar aconteceu após Lula e Cristina inaugurarem a Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho (UMET), fundada pelo sindicato de trabalhadores em prédios e condomínios da Argentina.</p>
<p><strong>&#8220;O melhor amigo da Argentina&#8221;<br />
</strong><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F92586310" frameborder="no" scrolling="no" width="100%" height="166"></iframe></p>
<p>Na saída do ato oficial de inauguração da Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho (UMET), Lula e Cristina fizeram uma breve parada para cumprimentar as pessoas que se aglomeraram ao lado do edifício da instituição. Cristina apresentou Lula como &#8220;o melhor amigo da Argentina&#8221; e Lula falou da sua felicidade em ver ela e Dilma na Presidência de seus países.</p>
<p>Lula contou que dois dias atrás, em um evento em comemoração aos 10 anos de governo democrático e popular, ele disse a Dilma que esperava que ela e Cristina não brigassem, pois a América Latina dependia da relação delas. Cristina terminou o curto ato bem-humorada dizendo que todos podem ficar tranquilos que elas não brigarão.</p>
<p><a href="http://www.institutolula.org/lula-inaugura-universidade-de-trabalhadores-em-buenos-aires/" target="_blank">Clique aqui</a> para ler sobre a inauguração e ouvir os discursos completos de Lula e Cristina Kirchner na inauguração da Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Lula participa de inauguração de universidade de trabalhadores em Buenos Aires</title>
		<link>http://www.institutolula.org/lula-inaugura-universidade-de-trabalhadores-em-buenos-aires/</link>
		<comments>http://www.institutolula.org/lula-inaugura-universidade-de-trabalhadores-em-buenos-aires/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 May 2013 01:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icidadaniaadmin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina e Caribe]]></category>

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		<description><![CDATA[O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na noite desta quinta-feira (16), junto com a presidenta argentina Cristina Kirchner, da inauguração da Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho (UMET). A universidade foi criada pelo sindicato de trabalhadores &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/lula-inaugura-universidade-de-trabalhadores-em-buenos-aires/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na noite desta quinta-feira (16), junto com a presidenta argentina Cristina Kirchner, da inauguração da Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho (UMET). A universidade foi criada pelo sindicato de trabalhadores em prédios e condomínios da Argentina.</p>
<p>Para baixar fotos em alta resolução, visite o <a href="https://picasaweb.google.com/116451107798979983687/LulaECristinaKirchnerInauguramUniversidadesDeTrabalhadoresEmBuenosAires" target="_blank">Picasa do Instituto Lula</a>.</p>
<p>Em seu discurso, Lula lembrou seus tempos de sindicato e disse que lá se tornou &#8220;uma pessoa melhor&#8221;. Ele ressaltou que a luta sindical não pode se resumir a reivindicações salariais e que o investimento em educação é crucial para a vida dos trabalhadores.</p>
<p><iframe width="600" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/EEp2qbBNXnY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
Assista acima ao vídeo do discurso do ex-presidente Lula na Argentina.</p>
<p>Lula também lembrou as políticas educacionais dos governos dele e da presidenta Dilma, quando foram construídas 14 universidades federais e 290 escolas técnicas. &#8220;A inauguração da UMET tem um significado muito simbólico para a classe trabalhadora&#8221;, declarou ele e ressaltou que os trabalhadores precisam de oportunidades para crescer. Durante o evento Lula também presenteou Cristina com o livro organizado por Emir Sader sobre os dez anos de governos pós-neoliberais no Brasil.</p>
<p>Após sua fala, ele e a presidenta Cristina Kirchner, que se referiu a Lula como &#8220;o melhor amigo da Argentina&#8221;, descerraram a placa da universidade. Cristina lembrou que a história das universidades de trabalhadores na Argentina remetem aos anos 50 e que de lá pra cá muito foi feito. Ressaltou que, em seu governo, foram feitas nove universidades. Ela contou também que está escrevendo um livro para contar a história dos últimos dez anos, que chama de &#8220;a década ganha&#8221;.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F92617288%3Fsecret_token%3Ds-0Az96"></iframe></p>
<p>Víctor Santa María, secretário-geral do sindicato, fez um discurso emocionado lembrando que sua mãe é dona de casa e seu pai foi zelador durante toda sua vida e, por isso, inaugurar um local de formação para os trabalhadores significa muito para ele. Víctor ressaltou que deseja que a universidade não seja apenas um lugar de aprendizado, mas também de apoio e convivência para os trabalhadores e seus filhos.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F92590584"></iframe></p>
<p><strong>A UMET<br />
</strong>A universidade começou a funcionar em abril oferecendo aulas em quatro cursos: políticas públicas e governo, Turismo e Esportes, Tecnologias Aplicadas e Desenvolvimento e Gestão das Organizações.</p>
<p><strong>&#8220;O melhor amigo da Argentina&#8221;<br />
</strong><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F92586310" frameborder="no" scrolling="no" width="100%" height="166"></iframe></p>
<p>Na saída do ato oficial de inauguração da Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho (UMET), Lula e Cristina fizeram uma breve parada para cumprimentar as pessoas que se aglomeraram ao lado do edifício da instituição. Cristina apresentou Lula como &#8220;o melhor amigo da Argentina&#8221; e Lula falou da sua felicidade em ver ela e Dilma na Presidência de seus países.</p>
<p>Lula contou que dois dias atrás, em um evento em comemoração aos 10 anos de governo democrático e popular, ele disse a Dilma que esperava que ela e Cristina não brigassem, pois a América Latina dependia da relação delas. Cristina terminou o curto ato bem-humorada dizendo que todos podem ficar tranquilos que elas não brigarão.</p>
<p><strong>Leia também:</strong><br />
<a href="http://www.institutolula.org/lula-e-cristina-kirchner-jantam-na-casa-rosada/" target="_blank">Lula e Cristina Kirchner jantam na Casa Rosada</a></p>
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		<title>Com nova embaixada no Malauí, presença diplomática do Brasil na África estende-se para 38 países</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 14:25:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julianabor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil terá a sua 38a embaixada no continente africano. Será em Lilongwe, capital do Malauí, país da costa oriental da África, e passará a operar a partir de junho. A informação é do subsecretário-geral para África e Oriente Médio do Itamaraty, Paulo &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/com-nova-embaixada-no-malawi-presenca-diplomatica-do-brasil-na-africa-estende-se-para-38-paises/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil terá a sua 38<sup>a</sup> embaixada no continente africano. Será em Lilongwe, capital do Malauí, país da costa oriental da África, e passará a operar a partir de junho. A informação é do subsecretário-geral para África e Oriente Médio do Itamaraty, Paulo Cordeiro, que visitou o Instituto Lula no dia 13/5.</p>
<p>Com a abertura da nova sede, o Brasil passa a ter, junto com a Rússia, a quarta maior presença diplomática na África, segundo dados do Itamaraty. Os Estados Unidos (com 49 missões), China (48) e França (46) encabeçam a lista.</p>
<p>Segundo Cordeiro, o foco do Brasil agora será melhorar a infraestrutura das representações já existentes, e não ampliar o número de embaixadas no continente. “Ainda faltam representações em países relevantes, como Uganda. Mas, antes, precisamos consolidar o trabalho onde já estamos presentes”, disse.</p>
<p>Priorizar as relações com países do hemisfério Sul, principalmente do continente africano, foi uma prioridade na política externa do governo do Presidente Lula e representou uma mudança de paradigma em relação aos governos anteriores. O ex-presidente fez 33 viagens presidenciais ao continente africano e abriu 19 novas embaixadas. Ele impulsionou, ainda a criação da Cúpula América do Sul-África (ASA); a instalação de um escritório da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) em Gana; da fábrica de antirretrovirais em Moçambique; de uma fazenda-modelo para a produção de algodão no Mali e da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), com metade das vagas para alunos africanos. O governo Dilma Rousseff dá continuidade a esta política para fortalecer ainda mais as relações entre o Brasil e a África.</p>
<p>Agora, à frente do Instituto Lula, o ex-presidente trabalha para levar as políticas sociais do seu governo aos países menos desenvolvidos como forma de reduzir a pobreza e as desigualdades sociais. O Instituto está apoiando o seminário “Novos enfoques unificados para acabar com a fome na África”, organizado pela União Africana e pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). O encontro acontecerá em Adis Abeba, na Etiópia, nos dias 30 de junho e 1º de julho deste ano.</p>
<p>Saiba mais sobre o seminário <a href="http://www.institutolula.org/uniao-africana-fao-e-instituto-lula-somam-esforcos-para-combater-a-fome-na-africa/">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>&#8220;Não somos mais coadjuvantes&#8221;, afirma Lula sobre o papel do Brasil no mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 00:35:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icidadaniaadmin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ex-presidente Lula falou na noite desta terça-feira (14) de como o Brasil conquistou seu lugar no mundo com uma política internacional &#8220;que não precisa pedir licença a ninguém&#8221;. Ele ressaltou as importantes conquistas de cargos internacionais que tivemos nos &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/nao-somos-mais-coadjuvantes-afirma-lula-sobre-o-papel-do-brasil-no-mundo/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Lula falou na noite desta terça-feira (14) de como o Brasil conquistou seu lugar no mundo com uma política internacional &#8220;que não precisa pedir licença a ninguém&#8221;. Ele ressaltou as importantes conquistas de cargos internacionais que tivemos nos últimos anos com a escolha de candidatos brasileiros para a direção da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e da Organização Mundial do Comércio (OMC).</p>
<p>Lula participou junto com a presidenta Dilma Rousseff, o presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, e dirigentes de partidos aliados de mais um seminário em comemoração aos 10 anos de governo democrático e popular. O encontro aconteceu em Porto Alegre e teve como tema as políticas externas do último decênio.</p>
<p>Marco Aurélio Garcia, assessor especial da Presidência da República, abriu o evento fazendo uma avaliação das políticas implantadas nos governos Lula e Dilma, que levaram o Brasil a um novo status na política internacional. Após o debate inicial, um ato político reuniu lideranças do PT e de partidos aliados e foi iniciado pelo governador Tarso Genro, que ressaltou os novos desafios gerados pela mobilidade social promovida nos últimos dez anos. Rui Falcão ressaltou que &#8220;O PT não é apenas um partido para disputar eleições&#8221; e que os desafios devem ser encarados constantemente.</p>
<p>Lula começou sua fala agradecendo a uma cartinha que recebeu de Bruna, que agradecia a ele por ter tido acesso à universidade através do Prouni. O ex-presidente ressaltou que o fato de a Copa do Mundo e as Olimpíadas virem para o Brasil é também uma grande conquista no plano internacional. Lula ressaltou que apesar dos avanços, às vezes ele tem a  impressão de que &#8220;determinados setores da sociedade brasileira não entenderam o que está acontecendo no Brasil&#8221;.</p>
<p>A presidenta Dilma finalizou o evento falando da importância dos órgãos multilaterais criados nos últimos anos. &#8220;É possível uma ordem multilateral diferenciada&#8221;, afirmou ela. Dilma ressaltou ainda a importância da África tanto como parceiro comercial quanto em termos de trocas culturais e histórica. Ela lembrou que o continente foi responsável pela maior parte dos votos que elegeu o brasileiro Roberto Azevêdo para a OMC.</p>
<p>Ouça o discurso completo de Lula no seminário:<br />
<iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F92289236"></iframe></p>
<p><strong>Leia também</strong><br />
<a href="http://www.sul21.com.br/jornal/2013/05/a-politica-o-brasil-e-o-mundo-segundo-lula/" target="_blank">A política, o Brasil e o mundo, segundo Lula</a> (por Por Marco Weissheimer, no Portal Sul21)</p>
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		<title>Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social mostrou que convivência de divergências é possível</title>
		<link>http://www.institutolula.org/conselho-de-desenvolvimento-economico-e-social-mostrou-que-convivencia-de-divergencias-e-possivel/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 21:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icidadaniaadmin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[CDES]]></category>
		<category><![CDATA[Participação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na tarde desta terça-feira (14) da 12ª reunião do pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul (CDES-RS). Ele ouviu a experiência gaúcha de implantação do órgão, &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/conselho-de-desenvolvimento-economico-e-social-mostrou-que-convivencia-de-divergencias-e-possivel/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na tarde desta terça-feira (14) da 12ª reunião do pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul (CDES-RS). Ele ouviu a experiência gaúcha de implantação do órgão, que é inspirado no Conselho nacional, criado por Lula em 2003.</p>
<p>O secretário-executivo do CDES-RS, Marcelo Danéris, abriu a reunião falando da importância da presença de Lula na reunião e entregou ao ex-presidente um documento que resume os trabalhos realizados pelo órgãos nos seus dois anos de existência. O CDES escolheu três conselheiros de diferentes segmentos sociais para falar na cerimônia. Primeiro a agricultura Josecarla Signor falou do importante &#8220;diálogo das diferenças&#8221; que esse conselho promove. Ela também ressaltou a importância de Lula na concepção de que &#8220;o que é de todos deve estar a serviço de todos&#8221;.</p>
<p>&#8220;O que Getúlio representou no século XX para o nosso país, Lula representa e continuará representando no século XXI&#8221;, afirmou o conselheiro e sindicalista Guiomar Vidor. Ele falou da importância crucial da concepção de Lula do Estado como indutor do desenvolvimento, que permitiu que o país resistisse à crise internacional. Guiomar lembrou ainda a política de valorização do salário mínimo, que garantiu uma melhoria de vida significativa para a população brasileira. Ele terminou seu discurso ressaltando que ainda há muito a ser feito: &#8220;Queremos mais, presidente Lula&#8221;.</p>
<p>O empresário Paulo Tigre ressaltou que a principal saudação dele ao ex-presidente Lula era exatamente pela criação do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Governo Federal. Para Paulo, a experiência mostrou que &#8220;A divergência pode conviver quando há oportunidade de diálogo&#8221;. Ele lembrou ainda a importância de Tarso Genro, então ministro das Relações Institucionais, na coordenação do órgão.</p>
<p>O próprio Tarso Genro começou seu discurso falando dos avanços estado do Rio Grande do Sul conquistou. &#8220;Avançamos na política fiscal, deixamos de ser um estado quebrado e hoje temos muito dinheiro para investir&#8221;, afirmou. Ele também falou das missões internacionais realizadas pelo estado para estabelecer novas relações comerciais e das políticas de participação social desenvolvidas pelo estado através do Gabinete Digital, da interiorização do governo, entre outras atividades. O governador terminou sua fala entregando a Lula a mais alta condecoração do estado, a Ordem do Ponche Verde, que já foi entregue a três ex-presidentes e relembra grandes revolucionários do Rio Grande do Sul.</p>
<p><strong>O Estado é de todos</strong></p>
<p>&#8220;O maior legado que deixei foi a relação que conseguimos estabelecer com a sociedade. Permitimos que a sociedade participasse das decisões porque o estado não é de uma pessoa ou de um partido, e sim de todos&#8221;, começou Lula. Ele lembrou que a criação do conselho sofreu várias críticas, inclusive de que teria sido criado para diminuir o papel do Congresso Nacional. &#8220;Não criamos o conselho para diminuir a importância de ninguém e sim para promover a participação de todos&#8221;.</p>
<p>&#8220;O Brasil não pode crescer e ser rico sozinho com vizinhos pobres do lado&#8221;, ressaltou Lula lembrando as dificuldade enfrentadas para implantar uma política internacional voltada para mais países. &#8220;A África era vista como um único país&#8221;, lembra ele. O ex-presidente também lembrou que o abandono da ALCA e a opção pelo fortalecimento do Mercosul também foi uma grande disputa, que mudou os rumos das relações internacionais brasileiras. &#8220;Hoje, temos que oferecer à África e à América Latina uma alternativa não colonizadora&#8221;, afirmou Lula. Ele terminou falando que hoje o Brasil precisa fazer uma política exterior ainda mais inovadora. &#8220;A política não deve ser feita por manual&#8221;, afirmou ele.</p>
<p><strong>Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul</strong></p>
<p>O Conselhão do Rio Grande do Sul é inspirado no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, criado por Lula em seu primeiro ano como presidente.</p>
<p>No Rio Grande do Sul, o CDES é formado por 90 conselheiros oriundos de diferentes setores sociais e funciona como um órgão consultivo e de assessoramento do governador. &#8220;Mais de 130 recomendações realizadas pelo colegiado já foram atendidas pelo Executivo estadual. Entre elas, destacam-se o programa de irrigação, o troca-troca de sementes, o Pacto Gaúcho pela Educação e a criação do Conselho Deliberativo Metropolitano. &#8221;, informa o governo estadual.</p>
<p>Ouça os discursos de Lula e do governador Tarso Genro na reunião:</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F92265653"></iframe></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F92256993" frameborder="no" scrolling="no" width="100%" height="166"></iframe></p>
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		<title>Compartilhe a nova série de infográficos sobre política externa em 10 anos de governo democrático e popular</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 18:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icidadaniaadmin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[10 anos de governo democrático e popular]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil comemora em 2013 uma década de governo democrático e popular. Nesta terça-feira, dia 14 de maio, acontece em Porto Alegre um seminário para debater os avanços e desafios da educação nos últimos 10 anos, com a participação do &#8230; <a href="http://www.institutolula.org/compartilhe-a-nova-serie-de-infograficos-sobre-politica-externa-em-10-anos-de-governo-democratico-e-popular/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil comemora em 2013 uma década de governo democrático e popular. Nesta terça-feira, dia 14 de maio, acontece em Porto Alegre um seminário para debater os avanços e desafios da educação nos últimos 10 anos, com a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidenta Dilma Rousseff.</p>
<p>O Instituto Lula publicou nesta terça três infográficos que resumem um pouco dos sucessos do Brasil na política externa na última década. Convidamos você a conhecer e compartilhar essas ilustrações assinadas pelo infografista Ilustre Bob.</p>
<p>O governo Lula marcou uma mudança de prioridade na política externa brasileira e trabalhou para ampliar as relações entre o Brasil e países de todas as regiões do globo, diminuindo a dependência em relação ao desempenho da Europa e dos Estados Unidos. Esse multilateralismo foi fundamental para que o país pudesse enfrentar a crise internacional com menos sobressaltos.</p>
<p><a href="http://www.balancodegoverno.presidencia.gov.br/insercao-no-cenario-mundial-e-soberania" target="_blank">Clique aqui</a> para ler o balanço de governo e saber mais sobre as iniciativas da educação no governo Lula.</p>
<p><strong>O Brasil encontra seu lugar no mundo</strong><br />
Em 2003, o Brasil terminou o ano como a 15ª maior economia do mundo, não éramos nem a maior economia da América Latina. Em 2010, último ano do governo Lula, alcançamos a sétima posição e neste ano devemos ultrapassar a Grã-Bretanha, ficando em sexto lugar.</p>
<p><strong>Mais parceiros, mais comércio</strong><br />
Durante os últimos 10 anos, o Brasil diversificou seus parceiros comerciais pelo mundo. Sem deixar de reconhecer a importância dos Estados Unidos e da Europa, nosso fluxo comercial aumentou com todas as regiões. Até 2010, praticamente dobramos o comércio com os Estados Unidos e triplicamos o fluxo com a Europa. Mas abrimos novas pontes e vimos o comércio com a Ásia crescer mais de seis vezes e meia e cinco vezes e meia com a América do Sul. Com a África, os números aumentaram quase três vezes e meia e chegamos perto de quadruplicar o comércio com o Oriente Médio. Quanto mais parceiros, mais saudável nosso desempenho comercial.</p>
<p><strong>Política externa agressiva valeu a pena</strong><br />
Com mais parceiros, o valor absoluto do fluxo comercial brasileiro também foi recorde. Um fluxo que era de apenas 122 bilhões em 2003 quase quadruplicou, chegando a 466 bilhões no ano passado. Tudo isso é reflexo de um Brasil mais atuante no cenário internacional. Como o ex-presidente Lula resumiu em vídeo: &#8220;A política externa mais agressiva valeu a pena&#8221;.</p>
<p><strong>Leia também:</strong><br />
<a href="http://www.institutolula.org/?p=3183" target="_blank">Em vídeo, Lula conta como o multilateralismo na política externa foi importante em seu governo</a></p>
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