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Lula e Celso Amorim ensinaram como se faz política e comércio exterior

07/11/2018 16:11

Foto: Ricardo Stuckert

Um calcanhar de aquiles histórico. Assim era a nossa relação de comércio com os países. Muito preocupados em ser ou parecer primeiro mundo nossos antigos governantes, e pelo visto os atuais e futuros também, sempre foram subservientes aos desejos das grandes nações. Tudo mudou no governo Lula e na gestão de Celso Amorim

O que era sonho virou realidade e o Brasil passou a vender, passou a vender igual gente grande. Nos três primeiros anos de governo o Brasil quase dobrou suas exportações. Em 2002 o Brasil exportava US$ 60,4 bilhões, em 2005 as exportações bateram US$ 118,3 bilhões.

Abrir novos mercados, esse era o foco dos anos Lula. Tanto que, só para a África, as exportações cresceram 315%. Em uma grande jogada perdoou a dívida de vários países africanos e o Brasil passou a vender combustíveis (álcool, diesel e gasolina), açúcar, carne bovina e minério de ferro. Só para dar um exemplo as exportações para a África do Sul, Nigéria e Angola era de US$ 1,184 bilhão de dólares em 2002, valor que chegou a quase US$ 4 bilhões em 2013

Para o Oriente Médio as exportações de carne de aves, minério, cereais e açúcar transformaram em gigantes mundiais várias empresas brasileiras. Principalmente do setor agropecuário. para o Oriente Médio aumentaram o lucro da indústria e do agronegócio brasileiros. Chegando em 2013 o Brasil vender para seus dois maiores parceiros comerciais da região cerca de US$ 5 bilhões em 2013. Omã, que comprava cerca de R$ 30 milhões do Brasil houve um crescimento de 36 vezes, chegando a R$ 1,1 bilhão.  

Foi assim que Lula e sua diretriz dada logo no início, de que a diplomacia deveria agir como “mascate” na ajuda de vender produtos brasileiros que os anos Lula revolucionaram as exportações brasileiras. Neste vídeo o ex-ministro Furlan explica o que foi a “política de mascate”.


Em conjunto com a criação dos BRICS o Brasil passou aumentou suas vendas em 199% com a China, 91% com a Índia, 117% com a Rússia e 159% com a África do Sul. Em 2002, o volume do que o Brasil exportava e importava desses quatro países emergentes chegava a US$ 7,6 bilhões. Em 2005, esse total atingiu US$ 19,9 bilhões.  Pelo visto tem muito governante precisando de uma autocrítica nas ideias de comércio exterior e pedir a Lula alguns conselhos.