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Vida dos mais pobres melhorou nos governos progressistas

06/10/2017 15:48

Da Fundação Perseu Abramo 

A Fundação Perseu Abramo lançou novo site que reúne publicações que discutem os legados dos governos petistas de 2003 a 2014. Entre tais documentos está uma publicação do antigo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), que utiliza dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) para mostrar os avanços do Brasil durante os governos de Lula e Dilma.

A publicação relembra que caiu a proporção, de 2004 a 2014, de empregados sem carteira assinada (inclusive trabalhadores domésticos) na população ocupada de 16 anos ou mais: o percentual foi de 23,7% para 18,9% no período analisado para a população em geral, sendo que entre os 20% mais pobres caiu de 31,6% para 28,9%. Já a evolução dos contribuintes da Previdência Social entre a população ocupada de 16 anos ou mais de idade passou, no período, de 47,8% para 62% da população. Entre os 20% mais pobres, o percentual variou de 13,9% para 27,9%

Quanto a questões relativas a consumo e qualidade de vida, o percentual de domicílios particulares sem geladeira ou freezer caiu de 12%, em 2004, para 2,1% em 2014, sendo que entre os 20% mais pobres esse percentual era de 38,8% e passou para 6,1%. Também a evolução dos domicílios particulares permanentes sem fogão elétrico ou a gás caiu de 9,7% dos domicílios brasileiros, em 2004, para 3,9% dos domicílios brasileiros, em 2014, sendo que entre os 20% mais pobres esse número passou de 29,3% para 10,6% no mesmo período.

O percentual de domicílios particulares permanentes sem máquina de lavar caiu de 65,7% em 2004 para 41,3% em 2014, enquanto entre os 20% mais pobres caiu de 94,7% para 74,2% no mesmo período. Já a evolução de domicílios permanentes sem microcomputador caiu de 83,7%, em 2004, para 51,5%, em 2014. Entre os 20% mais pobres, caiu de 99,3% para 79,5%. O mais impressionante é a evolução dos domicílios particulares sem telefone fixo ou móvel, que caíram de 34,8% do total em 2004 para 6,5% em 2014, sendo que, entre os mais pobres, caiu de 75,7% para 13,5%.

Esses indicadores sintetizam as mudanças ocorridas durante os governos petistas, que impactam diretamente a qualidade de vida dos brasileiros, em especial, como mostram os números, para aqueles mais pobres. Embora ainda muito vulneráveis em relação à população brasileira como um todo, são muito perceptíveis as melhorias que esse grupo, especialmente, obteve nas gestões petistas.