Instituto Lula

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Diretoria

31/05/2011 20:28

O Instituto Cidadania está em processo de transição para o Instituto Lula. Conheça abaixo os novos diretores da instituição, eleitos em 15/08/2011.

Presidente de honra
Luiz Inácio Lula da Silva

Diretor-presidente
Paulo Okamotto - Ex-presidente do Sebrae, metalúrgico, 57 anos — ler biografia

Diretores
Clara Ant - Ex-assessora especial da Presidência, arquiteta, 65 anos, diretora para a Iniciativa África — ler biografia
Luiz Dulci - Ex-ministro, professor, 57 anos, diretor para a Iniciativa América Latina — ler biografia
Paulo Vannuchi - Ex-ministro, jornalista, 63 anos, diretor para o Memorial da Democracia — ler biografia

Coordenador
Celso Marcondes - Coordenador executivo para a Iniciativa África

Biografias:

Paulo Tarciso Okamotto
Atual diretor-presidente do Instituto Lula nasceu na cidade de Mauá, na Grande São Paulo, em 1956. Ex-metalúrgico, tem uma história de militância na área sindical e em prol das micro e pequenas empresas, tendo ocupado a presidência do Sebrae entre 2005 e 2010.

Como metalúrgico, fez parte da diretoria do sindicato dos do ABC em 1981, no primeiro mandato de Jair Meneguelli, no cargo de diretor de finanças. Cumpriu mais dois mandatos como segundo secretário, e diretor do departamento jurídico. Presidiu o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e foi também diretor do Dieese e presidente do diretório estadual do PT de São Paulo.

Em 1989 fez parte da coordenação da primeira campanha do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva — primeira eleição presidencial depois de mais de 20 anos de ditadura militar.
Em 1990, junto com Lula, Paulo Vannuchi, Clara Ant, sindicalistas, intelectuais e lideranças da sociedade civil, participou da criação do Instituto Cidadania, sendo responsável pela gestão administrativa da entidade até 2001, quando assumiu a presidência da instituição. Sob sua administração, o Instituto lançou projetos sociais que serviram de base para o programa de Governo do PT, como os projetos Moradia e Fome Zero.

Okamotto foi o primeiro presidente do Sebrae a vir do movimento sindical. Em 2003, ele assumiu a diretoria de administração e finanças da entidade e, em 2005, foi eleito presidente do Sebrae, cargo que que ocupou ate 2010. No Sebrae, Okamotto reestruturou a Unidade de Políticas Públicas, com foco nos estudos relativos à Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. Esteve à frente, também, da reestruturação da Unidade de Gestão Orçamentária, com nova sistemática de orçamento.

É fundador e primeiro presidente eleito do Instituto Lula.

Clara Levin Ant
Filha de judeus poloneses, sobreviventes da segunda guerra mundial, desde janeiro de 2011, faz parte da diretoria do Instituto Lula, com a responsabilidade de coordenar sua agenda e o trabalho junto à África.

Foi professora de Planejamento Urbano e vice-presidenta da Federação Nacional dos Arquitetos. Fundadora e uma das primeiras mulheres dirigentes da Central Única dos Trabalhadores, CUT.

Foi deputada, líder da bancada do Partido dos Trabalhadores na Constituinte do Estado de São Paulo (1987/88) e integrante da Comissão Executiva Nacional do PT (1995/2001).

Desde 1991, assessora o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tendo participado de todas as suas campanhas eleitorais e das Caravanas da Cidadania. Nesse mesmo período, Clara contribuiu com a elaboração de diversos projetos de políticas públicas, entre eles, o Fome Zero.

Entre janeiro de 2003 e abril de 2010, foi assessora especial do Presidente da República do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. Coordenou a elaboração de subsídios para as atividades do Presidente e gerenciou o acompanhamento do cumprimento de suas decisões.

Participou da equipe de Transição Governamental da Presidenta Eleita Dilma Rousseff.

Luiz Dulci
Mineiro de Santos Dumont, Luiz Dulci foi ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República durante os oito anos de governo Lula.

Professor de Língua Portuguesa e sindicalista, liderou as grandes greves do magistério mineiro em 1979 e 1980. Tornou-se o primeiro presidente da União dos Trabalhadores do Ensino de Minas Gerais, atual Sind-UTE.

Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), membro de sua primeira executiva nacional, foi um dos responsáveis pelo manifesto de Fundação e o Programa do partido. É, até hoje, um dos seus formuladores. . Também ajudou a fundar a CUT (Central Única dos Trabalhadores), em 1983

Fez parte da primeira bancada de deputados federais eleita pelo PT (1983-1987) e presidiu a Comissão de Trabalho e Legislação Social da Câmara dos Deputados. Foi secretário de governo na prefeitura de Belo Horizonte durante a gestão de Patrus Ananias e secretário de Cultura do prefeito Célio de Castro.

De 1993 a 1997 foi secretário de Governo e de Cultura da administração popular de Belo Horizonte (MG). No PT, presidiu a Fundação Perseu Abramo (1996-2003), foi um dos coordenadores da campanha de 2002 e vicepresidente e secretário-geral do partido, função que desempenhou até o início do governo Lula.

Escreve sobre temas políticos, econômicos e sociais, além de praticar eventualmente a crítica literária. É autor ou coautor, entre outras, das seguintes obras: Desafios das Administrações Petistas (1989); Estratégia, uma saída para a crise (1991); Sérgio Buarque de Holanda e o Brasil (1998); Antonio Candido: pensamento e militância (1999); Atualidade de San Tiago Dantas (2005); Brasil, entre o passado e o futuro (2010) e Um salto para o futuro (2013).

Atualmente, é diretor do Instituto Lula. Entre outras atribuições, é o responsável pela Iniciativa América Latina dentro da instituição.

Paulo de Tarso Vannuchi
Membro da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, nasceu em São Joaquim da Barra (SP) em 1950. Formado em jornalismo, com mestrado em ciência política, foi ministro Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República de dezembro de 2005 até o final do governo Lula, em 2010 . Preso político pelo governo militar, é o principal responsável pelo Programa Nacional de Direitos Humanos.

No ano de 1975, Vannuchi foi um dos 34 signatários de um dossiê entregue à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sobre a tortura praticada pela ditadura militar e os assassinatos cometidos desde a sua instalação, arrolando os nomes de 233 torturadores, descrevendo os métodos de tortura, as unidades onde eram praticadas e apresentando uma primeira lista geral dos assassinados desde 1964.

No início dos anos 80, participou com dom Paulo Evaristo Arns da elaboração do livro Brasil Nunca Mais. Em 2010, declarou-se “uma das principais vozes do governo a defender a tese de que a Lei de Anistia não se aplica aos torturadores”.

Entre 1977 e 1985, trabalhou com a Comissão Pastoral da Terra, a Pastoral Operária e as Comunidades Eclesiais de Base da Igreja Católica, promovendo cursos de formação e assessoria política para lideranças, religiosos e bispos em 13.

Em 1988, foi um dos fundadores do Instituto Cajamar, com Lula, Meneguelli, Vicentinho, Paulo Freire, Florestan Fernandes, Francisco Weffort, Antonio Candido, Walter Barelli, Perseu Abramo e outros. Membro do corpo docente do Instituto, ministrou aulas sobre História da Sociedade, História do Movimento Operário e Sindical, História do Socialismo e História da Esquerda Brasileira.

Vannuchi foi assessor político do PT na Câmara Municipal de São Paulo e também junto à Direção Nacional do partido. Foi membro da coordenação da campanha de Lula a deputado federal da Assembleia Nacional Constituinte, em 1986, e secretário-executivo da Coordenação Nacional da campanha de Lula, em 1994.

Foi secretário, presidente, tesoureiro, vice-presidente e coordenador-executivo do Instituto Cidadania, coordenado por Lula, secretário-executivo do comitê central da campanha presidencial de Lula em 2002, sob a coordenação de José Dirceu. Foi ainda assessor político e consultor do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

Atualmente é diretor do Instituto Lula, responsável pelo projeto do Memorial da Democracia. É também analista político da TVT e da rádio Brasil Atual.