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Instituto Lula recebe visita de lideranças cubanas

19/06/2019 12:27

A Associação Cultural José Martí trouxe ao Instituto Lula uma delegação de dirigentes cubanos nesta segunda-feira (18). Cubanos e brasileiros trocaram ideias sobre a conjuntura política atual no Brasil e no mundo. Entre os convidados estava a deputada da Assembleia Nacional do Poder Popular Yenisey Cruz Carreño, Noemi Rabaza, vice-presidente do ICAP, o Instituto Cubano de Amistad Con los Pueblos e também Yarisleidis Medina, do mesmo instituto.

Silvana Gomes, representante da Associação Cultural José Martí do Grande ABC e Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, deram as boas vindas aos convidados cubanos e também de Diadema e de Santo André presentes.

"Lula preso significa que querem calar todo movimento de soberania no Brasil e todos aqueles que defendem que um outro mundo é possível", disse Noemi Rabaza, vice-presidente do ICAP.

A deputada Yenisey Carreño também expressou sua solidariedade: "A juventude de Cuba crê na solidariedade entre os povos e por isso crê em Lula e nessa campanha linda por sua liberdade".

"Os ataques a Lula fazem parte de uma estratégia que vai além do Brasil. Lula representa outra alternativa de governar, por isso ele foi perseguido e preso", completou Yarisleidis Medina.

Socorro Gomes, do Conselho Mundial da Paz disse que a farsa da condenação de Lula começa a ruir. "Eles tentam criar um sentimento anti-solidariedade, sentimentos contra a paz. É deprimente. Mas hoje o mundo inteiro está sabendo que aquilo ali foi uma armação das mais torpes".

José Carlos Santos Alves, do PT de Diadema, entregou a Paulo Okamotto presentes que companheiros cubanos que participaram do Programa Mais Médicos enviaram ao Instituto e a Lula. Relatou também iniciativa dos médicos Cubanos de uma campanha nacional Cubana por #LulaLibre que hoje alcança todo o Caribe, acredita que"Um mundo com solidariedade, fraternidade, Soberania entre os países e Lula Livre é possível".

Ao final, o companheiro José Santana de Carvalho, também do PT de Diadema. Aos 87 anos, ele passou uma mensagem de resistência. "Passei por duas ditaduras em minha vida. Eu era adolescente na ditadura de Getúlio, de 37 a 45, e vivi também a ditadura militar."