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Para estudantes, multiculturalidade é marca da Unilab

04/03/2013 14:32

Foto: Unilab

Estudantes de sete nacionalidades diferentes receberam o ex-presidente Lula na última sexta-feira (1º), na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Eles são o símbolo dessa universidade que foi criada para "formar pessoas para contribuir com essa integração [entre os países lusófonos]", como afirmou o reitor da universidade, Paulo Speller.

Os estudantes de Guiné Bissau, Timor Leste, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Angola e Cabo Verde e Brasil participaram de um almoço com Lula, o governador Cid Gomes, o reitor Paulo Speller e o ministro da educação, Aloizio Mercadante, além de representantes dos docentes e dos técnicos-administrativos da entidade.

A cabo-verdiana Ailene, estudante de Letras, afirmou que se sentia especial por ter a oportunidade de estudar em uma entidade como a Unilab e ressaltou que o convívio com outras nacionalidades a fez aprender mais. “Eu não conhecia esses seis países, agora estou conhecendo a cultura deles países”. “Multicuralidade” é a palavra-chave da universidade, para a cabo-verdiana.

Já para o jovem Dalber, brasileiro e estudante do curso de agronomia, é o “choque cultural” que marca a instituição. Ele afirma que a visão que tinha da África era estereotipada e que mudou depois de entrar na universidade. “Como a gente percebe que é próximo da África, quando faz essa comparação!”, lembrando a grande influência africana na cultura brasileira. A convivência entre as diversas nacionalidades é tão intensa que, para Ailene, essa separação parece não existir. “A convivência não tem muito essa separação entre Brasil e África. Já me considero cabo-brasileira”, brinca.

Quanto à oportunidade de participar do almoço, eles declararam estar nervosos, mas felizes com a ocasião. “É uma experiência para contar para meus netos”, destacou Dalber.

Ao final, os estudantes aproveitaram os banners com bandeiras dos países africanos ali representados para tirar fotos com Lula e outras autoridades junto aos símbolos de seus países.

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