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Lula se encontra com Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase

17/08/2015 18:00

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta segunda-feira (17) integrantes do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) para uma reunião. Compareceram representantes de 11 estados, das cinco regiões brasileiras, para discutir campanhas de prevenção, luta contra o preconceito, enfrentamento da doença e atual situação da hanseníase no Brasil.

A discussão também abordou os avanços no governo Lula, na área da saúde e nos direitos humanos. “Lula colocou o Brasil como um dos principais países do mundo em direitos humanos na questão da hanseníase”, disse Artur Custódio, Coordenador Nacional do Morhan “Nós acompanhamos as políticas públicas para hanseníase há 34 anos e nunca se avançou tanto como no governo Lula, particularmente no enfrentamento da discriminação e no reconhecimento dos direitos humanos das pessoas atingidas pela doença”, completou.

O ex-presidente sancionou em 2007 a lei federal 11.520, que concede pensão especial e outros benefícios às pessoas atingidas pela doença, que, antigamente, eram isoladas nas chamadas “colônias”. Na ocasião, Lula chegou a definir o isolamento compulsório como um "holocausto sanitário".

Até a década de 1980 (de acordo com lei federal nº 610 de 13 de janeiro de 1949), o governo indicava o isolamento compulsório dos pacientes com hanseníase em locais denominados leprosários. A mesma lei ordenava a entrega dos bebês de pais com hanseníase à adoção, o que levou à separação de milhares de famílias. Essa situação durou até 1986, quando as colônias viraram hospitais.