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O grito do Dois de Julho é Lula Livre

03/07/2019 10:16

Do Lula Livre

Um grito de liberdade vem da Bahia neste dia 2 de julho. São 196 anos da fatídica batalha de Independência do Brasil, onde se destacam nomes de mulheres guerreiras, como Maria Felipa. No desfile cívico desta terça-feira em Salvador, a luta por Lula Livre esteve presente.

Muitos não sabem que o processo de independência do Brasil não se encerrou no chamado “Grito do Ipiranga”. Para conquistar a liberdade de fato, brasileiros e brasileiras tiveram que lutar em batalhas sangrentas contra tropas portuguesas presentes deste lado do Atlântico.

A batalha decisiva aconteceu próximo à capital brasileira Salvador, em 2 de julho de 1823. Elites portuguesas tentavam voltar ao poder, mas a revolta vinda do Recôncavo Baiano triunfou, fundando a independência política e militar do Brasil.

Neste 2/07 de 2019, a luta pela liberdade também agregou um símbolo atual, a batalha por Lula Livre. Com faixas, estandartes, palavras de ordem, os participantes do desfile cívico do 2 de julho exigiam a liberdade para Lula, julgado politicamente.

“Defendemos porque é uma data muito importante, uma data de justiça. E o Lula esta preso injustamente, nós não aceitamos injustiças!”, ressalta Marina Palmeira, uma das participantes do evento.

O cortejo cívico do 2 de Julho começou pela manhã e foi até o Terreiro de Jesus, no Centro Histórico. A tarde, o desfile seguiu até a Praça do Campo Grande. Participam do ato escolas públicas com bandas de fanfarra, o Governo Estadual e Municipal e os partidos políticos, além de movimento populares.

Dentro do cortejo foi organizado uma grande intervenção por Lula Livre, iniciativa do PT Bahia e da Bancada do PT na Assembleia Legislativa da Bahia.

“Estamos realizando mais uma atividade em torno da liberdade do nosso presidente Lula. 2 de julho é o dia da Independência, dia que o povo brasileiro enfrentou os tiranos. Hoje, o Brasil é governado por um tirano e tem um preso político. Estar com Lula hoje é defender a democracia”, explica Professor Messias, um dos organizadores do ato.

Com informações de Priscila Pacheco – ASCOM Bancada do PT na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba)